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O secretário-geral da UGT, João Proença, condenou hoje o "secretismo" do Governo em torno da suspensão das reformas antecipadas e acusou o Executivo de ter tomado uma "medida impositiva" e "ilegal".

"É um diploma ilegal e o secretismo com que foi gerido demonstra que o Governo tentou tomar uma medida impositiva. Tudo isso nos parece extremamente negativo", disse João Proença à Lusa, acrescentando que "a Segurança Social não poupa um tostão, apenas adia o pagamento às pessoas".

Para a UGT, é imperioso que a Assembleia da República peça "a apreciação do decreto-lei".

Na quinta-feira, o Governo aprovou a "suspensão imediata" das normas do regime de flexibilização da idade da reforma antes dos 65 anos, mas admite o acesso à pensão de velhice apenas aos desempregados involuntários de longa duração.

Este novo regime, aprovado em Conselho de Ministros a 29 de março, foi publicado ao final da tarde em Diário da República depois de promulgado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e entra em vigor já esta sexta-feira.

No entanto, apesar da aprovação da medida há uma semana, só hoje o Governo a divulgou, pois esta não consta do comunicado do Conselho de Ministros de 29 de março nem foi apresentada durante a conferência de imprensa que se seguiu à reunião dos governantes.

"Estamos totalmente contra o procedimento que levou a esta medida. É ilegítimo e é estar a empurrar para a frente a aposentação das pessoas", reiterou o sindicalista, segundo o qual "a Segurança Social não é prejudicada com os pedidos de reforma antecipada", ao contrário do que afirma o Governo.

João Proença referiu ainda que a UGT teve conhecimento da medida "meia hora antes de esta ser divulgada pela comunicação social", através do ministro Pedro Mota Soares.

Mais de 9.900 pessoas pediram reformas antecipadas entre janeiro e março deste ano, uma média que ultrapassa os 3.300 pedidos mensais e os 100 por dia, de acordo com os dados facultados pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social.

Cálculos efetuados pelo gabinete de Pedro Mota Soares indicam que, sem este "travão", 2012 fecharia com 37.900 reformados antes de completarem os 65 anos e que em 2013 este número iria ascender aos 45.900

«Lusa»

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publicado às 16:57

Para quem esteve no "Diálogo do dia do Concelho" ficou claro o que querem para Alpiarça_ uma terra longiqua do desenvolvimento que todos ambicionam. Pretendem para Alpiarça uma terra de "outrora" , uma terra tacanha, com moinhos, com poços, ruas de terra batida, onde os senhores feudais que são de Alpiarça, mas que vivem em Lisboa, vêm passar o fim de semana a Alpiarça, à sua terra amada, calma, pacata, com casas térreas e eventualmente retretes, para os que cá vivem e trabalham, porque não? Onde hajam flores e campos, com muitas árvores, onde lhes seja feita vassalagem como grandes senhores e até podem ser fascistas,mas em Alpiarça até vêm os outros como iguais, porque não? Para ficarem bem vistos! Claro! è que assim são amigos do povo. Defensores dos trabalhadores!




Como alguém já aqui disse, onde estava o simples trabalhador nesse diálogo? Uma vergonha!! quem organizou este diálogo?? Foi a Câmara?? Porque não identificam quem organiza e participa nas diferentes atividades? Têm vergonha? ou é para enganar? Já o ano passado num teatro que houve na SFA1ª Dezembro, dedicado aos jovens, foi uma vergonha!? São estes os grandes valores que defendem??

Onde estão as festas de Abril? Os Iguais? Os democratas? Tenham vergonha!

A Liberdade não têm Mês! é para sempre! É no dia a dia! É na relação com o outro, pobre ou rico, fraco ou forte, feio ou bonito.

Por isso estamos como estamos. Para quê fazer obra? Alpiarça não se pode desenvolver, se possível deve voltar aos tempos do "antigamente". Já repararam como são saudosistas?! Para eles os Alpiarcenses não se podem desenvolver para poderem facilmente ser pisados e mostrarem um grande sorriso como os bobos da corte. O desenvolvimento, esse deve existir nas grandes cidades, como Lisboa! Para quê fábricas? Para quê Indústrias? Há que trabalhar a terra de sol a sol! Como diz o Sr. Presidente há que fazer opções políticas e aqui estão elas.

É aqui em Alpiarça que nos sentimos ameaçados, pelos nossos direitos e é contra estas lógicas que temos que lutar. Viva a Liberdade e a igualdade. Somos todos iguais

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publicado às 11:13


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