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Decorreu, sábado 21 de Janeiro de 2012, mais uma jornada de limpeza e recuperação da aldeia dos pescadores avieiros do Patacão - Alpiarça. Prosseguiram também os trabalhos de "alagamento" de salgueiros na maracha do Tejo, levado a efeito por conhecedores do ofício, como forma de proteger as suas margens.
Este trabalho de recuperação do importante património histórico alpiarcense, começou no ano de 2011 impulsionado pela AIDIA, parceira de outras organizações no projecto de recuperação e candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco e, prossegue em 2012 com a mesma determinação, revelaram fontes responsáveis.
Para isso, contam com a ajuda voluntariosa de muitos alpiarcenses, também com peritos de reconhecido mérito nacional na temática dos avieiros, caso dos arquitectos: Fernando Simões Dias e Carlos Mateus de Carvalho, Câmara Municipal de Alpiarça, Junta de Freguesia, associações e colectividades do concelho, bombeiros, forças de segurança e demais entidades que defendem a preservação do nosso património cultural e histórico.
Estiveram presentes na aldeia avieira do Patacão, profissionais do jornal de âmbito nacional, "Público", "O Mirante" (regional) e "Voz de Alpiarça" (local) para dar notícia do trabalho ali desenvolvido.
Jornal Alpiarcense, saúda todas as pessoas e instituições envolvidas no projecto avieiro e deseja o maior sucesso para a candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco, cuja ideia inicial (2007) partiu do Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação de Santarém e Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA) e, mais tarde, juntou outras pessoas e instituições, ultrapassando já uma centena, de acordo com a informação disponível.

Repórter Y

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publicado às 07:35

“GARRIDO - Artes Gráficas, Lda”: A empresa mais antiga de Alpiarça



A Garrido – Artes Gráficas, Lda., é a empresa mais antiga em Alpiarça em funcionamento contínuo onde são feitos  trabalhos tipográficos e publicidade. Uma empresa que orgulha Alpiarça e os alpiarcenses.


Prestes a comemorar 25 anos de actividade, emprega 17 funcionários (com os ordenados em dia) e tem colocado no mercado mercadoria cobrável no valor de quase 300 mil euros. Dado a qualidades final dos seus produtos começou recentemente a trabalhar para vários países de África.
A “Garrido - Artes Gráficas” vai comemorar em Agosto o seu 25.º Aniversário, ao serviço dos livros e da cultura.
Uma empresa instalada na Zona Industrial de Alpiarça dedicada às artes gráficas  onde são imprimidos os livros dos maiores autores portugueses e estrangeiros que periodicamente visitam as instalações da empresa para verem os esboços dos livros que após concluídos tem como destino o mercado livreiro.
Uma empresa que deve orgulhar os alpiarcenses já que 80% do que faz se destina à exportação sendo o restante dos órgãos institucionais e clientes privados.
Curiosamente a Câmara Municipal de Alpiarça que durante anos foi um dos melhores clientes da “Garrido” deixou de o ser pela simples razão do gerente da firma, Joaquim Garrido, militante que foi da CDU, ter concorrido nas últimas eleições autárquicas à Câmara da Chamusca como independente pelo PS.
Uma “quebra” que em nada prejudicou a rentabilidade da firma como a sua credibilidade mas que não deixa de ser lamentável quando a autarquia deveria apoiar e acarinhar as melhores empresas instaladas no concelho, neste caso a mais antiga.
Se o Pelouro da Cultura da Câmara de Alpiarça mantivesse boas relações e soubesse aproveitar a presença dos muitos escritores que visitam constantemente a “Garrido” poderia obter muitos dividendos e benefícios para a cultura local.
Bastava para o efeito manter a melhor relação com a “Gráfica” de forma a que esta sugerisse aos autores que fizessem também em Alpiarça os seus lançamentos literários. Projectava-se assim o nome de Alpiarça e da cultura alpiarcense para atrair ao mesmo tempo visitantes ao concelho por causa dos nomes e dos respectivos lançamentos de livros.
Mas infelizmente os políticos locais em vez de se preocuparem com o desenvolvimento local continuam a estar de “costas voltadas” ou a ignorar quem está disposto a ajudá-los

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publicado às 07:43

Nuno Prates (foto) Conservador da Casa Museu dos Patudos começa e mostrar a “sua graça” e a demonstrar as suas capacidades.
Já se começa a notar alguma actividade cultural pelas bandas da “Casa dos Patudos” com a realização de alguns eventos, nomeadamente a: realização do Concerto "100 Anos da República - A Música Portuguesa em 1910", pelo Grupo Ensemble Vox Angelis, que interpretou temas da música portuguesa da época da 1.ª República; a reportagem sobre Casa dos Patudos no Portugal em Directo como a visita do Secretário de Estado da Cultura Dr. Francisco José que se comprometeu a “ter em conta” novas ajuda à “Casa da Cultura” Alpiarcense.
Muito ainda tem pela frente Nuno Prates para fazer e elevar os eventos culturais numa terra que parece estar de costas voltadas para a cultura quando reúne todas as condições e mais algumas para que os “temas culturais” sejam uma constante nesta terra que sofreu recentemente um inesperado excesso de programas cultos quando Vanda Nunes foi presidente da autarquia pecando apenas pela quantidade e pelo eruditíssimo cuja população não está ainda preparada para eventos desta categoria.
Mas vale mais a abundância que a necessidade.

O jovem conservador é um alpiarcense apaixonado pela história de José Relvas e “conhece como as palmas das suas mãos cada recanto das 101 divisões da Casa-Museu dos Patudos”.

Como consequência é sua “obrigação” fazer ainda muito mais pela "casa que conhece coma as palmas das suas mãos” já que o “deslumbramento pela majestosa casa, construída entre 1905 e 1909 pelo arquitecto Raul Lino” lhe surgiu em criança mas a paixão ficou no seu coração após uma visita ao edifício quando tinha 20 anos. O recheio e o mobiliário da casa deixaram-no “maravilhado”.

Alpiarça e a “Casa Museu dos Patudos”merece o melhor da dedicação e entrega de Nuno Prates, pessoa de estima e de grandes capacidades a quem nunca tinha sido dado a possibilidade de mostrar aquilo que sabe e que pode conseguir.

Aconselhamos ao jovem conservador que divulgue ainda mais a Casa Museu dos Patudos e que o executivo da CDU lhe permita expandir as suas ideias.
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense
Fotos: CMA

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publicado às 12:39

 

Diz o artigo 64.º da Constituição Portuguesa, no nosso país “todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover”.
O Serviço Nacional de Saúde é uma importante conquista que o povo português conseguiu com a Revolução de 25 de Abril de 1974.
Um relatório datado de 2000, da Organização Mundial de Saúde, classificou o sistema de saúde portuguesa em 12.º lugar a nível mundial, entre 191 países.
Mas hoje o Serviço Nacional de Saúde já não cumpre a sua obrigação e fins, piorando agora com todas as alterações que o governo PSD/CDS, nomeadamente no pagamento e aumento das taxas moderadoras, esquecendo-se o mesmo governo da falta de médicos e da assistência médica onde um utente para marcar uma consulta tem que se deslocar de madrugada para obter uma consulta.
Exigências  e deficiências estas  que indirectamente acabam por beneficiar as grandes empresas privadas como se o mais pacato cidadão tenha disponibilidade de pagar uma consulta num médico ou num hospital privado.
Os cidadãos que trabalham e pagam os seus impostos em Portugal, não podem aceitar que os seus cuidados de saúde sejam tratados como se fossem uma mercadoria como outra qualquer, ou que voltem a ser um privilégio para as camadas privilegiadas da população.
Por causa desta e doutras situações lamentáveis é que no próximo dia 27 de Janeiro, pelas 15 horas, a  Comissão de Utentes de Alpiarça vai reunir com a população.
Não falte para que a Comissão de Utentes tenha mais força e possa defender os direitos dos utentes.

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publicado às 14:36


De Mário Noronha, recebemos a seguinte carta:


"Exº Sr. Director do Jornal Alpiarcense
Caro amigo Centeio
Em primeiro, os meus cumprimentos e desejo de um bom ano de 2012.
Em anexo lhe envio um documento que fiz chegar a "O MIRANTE".
Se achar algo de interessante nele, disponha.
Um abraço
Mário Noronha Santos




Mário João Noronha dos Santos
Rua: Pedro alvares Cabral nº 158
2090-135 Alpiarça Carta aberta a:
Jornal O MIRANTE
Alpiarça 06 de Janeiro de 2012


Assunto: Furtos de cabos de cobre nas explorações agrícolas de Alpiarça. (Um grito angustiado de socorro).
Sr. Diretor:


Junto lhe envio alguma data que consegui obter, sobre o que se está a passar a nível de furtos de cabos de cobre nas nossas explorações agrícolas, os meus sinceros agradecimentos por poder contar com a vossa ajuda.
1º) Os criminosos utilizam carrinhas-todo-o-terreno (para lhes garantir a entrada e saída dos campos sem terem de ficar atascados). As mesmas geralmente pertencem às entidades recetoras do cobre roubado para que em caso de serem apanhadas no local dos crimes, possam ser de imediato dadas como roubadas e por conseguinte reavidas intactas, (os rastos das mesmas estão identificados nos nossos campos).
2º)Os ladrões, a grande maioria, está a viver do rendimento social de “inserção” e vivem em casas pagas, geralmente pelas autarquias ou por senhorios “gananciosos”. O roubo é apenas uma atividade radical que lhes proporciona grandes emoções, e serve para se manterem ativos e independentes, e ao mesmo tempo ainda podem angariar mais uns “cobres para ajudar nos seus orçamentos.
3º) Os ladrões estão todos já devidamente identificados pelas nossas autoridades.
4º) Quando apanhados pela GNR, são extremamente cordiais, confessam de imediato os roubos e até vão ao ponto de identificarem (no Google) com relativa exatidão, os locais onde os crimes foram praticados.
5º) Quando presentes em Tribunal os mesmos criminosos ainda saem mais rápido de lá, que os próprios agentes. (um completo desprezo pelas nossas forças de segurança e pelas vitimas destes criminosos). O posto da GNR de Alpiarça tinha dois agentes e foi recentemente reforçado para cerca de oito mas esta medida não irá servir de nada, se o problema não for atacado pela raiz. Para que serve, o criminoso ser apanhado depois do prejuízo já feito quando ele sabe que não sofre qualquer consequência pelos danos cometidos. (desta forma só se tivermos um agente em cada exploração, armado e de prevenção.
6º) As entidades recetoras (ferros-velhos), também estão devidamente identificados e referenciados pelas nossas forças de Segurança. Só que os mesmos não podem sofrer quaisquer danos, porque por “Lei” o produto dos roubos assim que entra no circuito, torna-se automaticamente legal.
7º) O valor comercial deste tipo de crimes que ascende a muitos milhões de euros é quase todo exportado como matéria-prima, (das nossas reservas mineiras) para Espanha, (para ser transformado de novo em cabos elétricos que nós voltaremos a ser obrigados a comprar) e representa para o nosso Estado um lucrativo negócio e uma ajuda generosa no equilíbrio da nossa balança de transações comerciais, com o exterior. Tudo isto à custa dos agricultores “gananciosos “que se esfarrapam a trabalhar de sol a sol, pagam os seus impostos, pagam os custos de produção (elevadíssimos) e ainda estão agora sujeitos a mais esta praga, com a cobertura total de quem nos devia proteger.
8º) Criou-se o programa “Ribatejo Seguro” o qual foi descontinuado em 2012, com o fim do Governo Civil, contudo a TMN decidiu cortar o sinal logo no mês de Dezembro, precisamente quando ocorreu a ultima leva de roubos nos campos, por conseguinte os sistemas não deram nenhum alerta. (cada sistema custava cerca de 700,00 euros).
Esta calamidade, os agricultores não a consegue suportar, eu, pessoalmente já fui roubado duas vezes no espaço de um mês, o prejuízo ascende a mais de 5.000,00 euros, fora a perda de uma cultura de ervilhas, que devia instalar agora no principio de 2012, e para a qual não tenho nem condições financeiras nem mentais para me aventurar a fazer sem que me seja dada uma garantia de que esta, situação calamitosa, que se abateu sobre nós, vai ser resolvida.
Resumindo:
O nosso Governo pede e exige que os nossos campos sejam cultivados (e tem todo o meu apoio).
Mas o que nós queremos não é exigir mas sim implorar ao nosso Governo ou a quem de direito simplesmente isto:
Enquanto o nosso Governo não conseguir por termo a este flagelo, devemos ter garantias de que o próprio Governo garante o pagamento dos danos causados pelos criminosos.
Os meus agradecimentos
Mário Noronha Santos"

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publicado às 13:42

Ao ler o Comunicado da tal "Comissão Concelhia do PCP", comissão que nem sei se existe nem sei se o PCP em nome desta Comissão Concelhia permitia tal Comunicado, fiquei completamente desolada. Imagino numa comissão Concelhia do PCP gente como Raul Figueiredo, Noémia Figueiredo, Mário Fernando, Celestino Brazileiro, Vasco Aguiar, Paula Matias, João Osório, Américo Abalada, Raquel Abalada e outros, gente com provas dadas no PCP, gente que no seu conjunto me parecem incapazes de tomar uma decisão da não publicação deste tipo de comunicados, gente com no seu conjunto, com princípios.
 Este tipo de atitudes parece mais de uma só pessoa, de alguém que em nome do PCP o quer ver o Partido na rua da amargura, com que objectivo? Para satisfazer os seus interesses pessoais? Ou porque tendo sido escolhido para responsável concelhio se sente no direito de em nome de um Partido a nível local usar o seu bom nome (do Partido) para limpar o seu ego pessoal?
 Esta pessoa não tem inteligência suficiente para perceber que para além de se perceber que este tipo de atitudes NUNCA podem vir de uma Comissão Concelhia e que o PARTIDO não pode nem deve ser usado desta forma VERGONHOSA? Gostava de ver a defesa do MEU PARTIDO, mas por princípios e ideais de sociedade.

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publicado às 20:37

 O PCP não só não se revê no Jornal Alpiarcense como não se revê em praticamente nada.
Eu diria até que o PCP se encontra num estado de negação total.
- Não se revê nas noticias do Jornal Alpiarcense, quando deveria olhar para elas e tirar as ilações e directrizes para a sua governação, porque neste blogue não são só as opiniões do Administrador que são publicadas mas também da população.
- Não se revê nas opiniões do seu eleitorado, tendo prometido um programa eleitoral em que ao final de 2 anos de mandato, não cumpriu quase nada.
- Não se revê nas posições dos seus próprios eleitos, como é o caso do Santiago (Presidente da Assembleia Municipal) que é simplesmente o órgão mais importante da autarquia que como independente se manifestou contra posições de dois militantes do PCP que tiveram atitudes mais dignas de um partido totalitário do que um partido de esquerda democrática. Também não se revê na posição de uma sua militante, simplesmente a Presidente de Junta de Freguesia de Alpiarça, que por ter dito o que disse a um jornal regional, foi marginalizada dentro das estruturas do PCP local, e anda a ser perseguida por pessoas muito próximas e de família do Osório dentro da própria Junta.
- Não se revê em Alpiarça, que cada vez mais é uma vila sem atractivos e sem vida. Acabaram com a Feira do vinho, acabaram com o Parque de Campismo, acabaram com as iniciativas culturais, só não acabam com a Barragem porque não há lá uma rolha para a esvaziar.
- Não se revê no seu próprio Presidente da Câmara, já que consta que o Osório faz questão de afirmar que é ele que manda , pelo que se presume, bem ou mal, que o outro nada mais é do que um testa de ferro do PCP
- Não se revê na opinião da maioria dos militantes que estão contra as posições assumidas por um grupo muito restrito da concelhia que não reúnem apoios nem dentro das estruturas do PC nem fora dele.
E assim vai a politica local, entregue às pessoas erradas que têm afundado o partido cada vez mais, mas que não abdicam dos seus tachos, porque sabem que se não for ali, em mais lado nenhum têm as regalias e ordenado que obtêm, e o partido também não lhe interessa abdicar dessas pessoas porque deles recebe o dízimo tão importante para manter a Igreja a funcionar.

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publicado às 10:29


Posição Pública da Comissão Concelhia do PCP

por Noticias do Ribatejo, em 10.01.12


Enviado por João Osório, recebemos, com fins de publicação,  uma “posição pública” enviada pela Comissão Politica do PCP, que abaixo publicamos na íntegra.





Incumbe-me a Comissão Concelhia do PCP de junto enviar a V Ex.ª, a posição publica, sobre o Blog Jornal Alpiarcense.
Com os melhores cumprimentos
pela Comissão Concelhia
João Osório


JORNAL ALPIARCENSE. UMA CLARIFICAÇÃO QUE SE IMPÕE
Posição da Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP
O Jornal Alpiarcense é um blogue que se define como um órgão de informação geral, vocacionado para o sumário da informação local, independente e pluralista, cuja linha de publicação está aberta a todos os pensamentos e ideologias politicas e sociais.
O seu responsável afirma ainda que a credibilidade e transparência de todos os artigos e respectiva colaboração publicada não permitem a publicação de comentários ofensivos.
Acontece que desde 2009, altura em que a CDU venceu as eleições autárquicas no concelho, esse blogue que se faz passar por um órgão de comunicação social, tem alimentado todo o tipo de calúnias e inverdades, ao mesmo tempo que fabrica sistemática e deliberadamente textos a que chama de notícias.
Alguns exemplos:
- Promoveu, incentivou e deu cobertura a uma pretensa manifestação contra a Câmara
Municipal, marcada para o dia 5 de Outubro. Deu-se ao trabalho de ouvir figuras do PS e do PSD sobre a dita manifestação. Curiosamente não quis ouvir ninguém da CDU e não deu a notícia sobre a manifestação que, afinal não teve nem uma única pessoa!
- Engrossou o coro dos apelos à participação indignada dos Alpiarcenses na Assembleia
Municipal para fazerem ouvir a sua voz face á homenagem que foi promovida pelo Município a Lima Fernandes. Ninguém apareceu. O Jornal nada disse!
- Através deste blogue já foram lançados sete (7) potenciais candidatos à CM, dos quais cinco (5) são da CDU, para virem a concorrer contra a CDU!
- Amplificou a calúnia lançada pelo PS, de que os próprios vereadores do PS se demarcaram, de que as viaturas da CM andavam sem seguro.
- Amplificou calúnias e comentários a propósito da alegada utilização de viaturas da autarquia para iniciativas partidárias, o que é completamente falso!
- O quadro de pessoal da CM diminuiu. As despesas do Gabinete de Apoio diminuíram. O Jornal continua a publicar o contrário.
- O Centro Escolar foi inaugurado, no Jornal pode ler-se que o Presidente da CM não
inaugurou nenhuma obra, nem vai inaugurar!
Durante este já longo período, o seu autor e a generalidade dos seus alegados colaboradores têm recorrido aos ataques pessoais, à difamação e á calúnia, quer do PCP e dos seus órgãos no concelho, quer da CDU, dos seus eleitos e activistas.
Os limites do debate e da confrontação políticas, saudáveis em democracia, foram há muito ultrapassados.
Ao contrário do que afirma, o referido blogue não é plural, porque de há muito, censura opiniões e comentários que lhe não são favoráveis e não cumpre as mais elementares regras de respeito entre as pessoas, independentemente da sua opção política. A prová-lo estão as centenas de comentários feitos nesse blogue, a coberto do anonimato, onde a não permissão de comentários ofensivos não passa de conversa fiada.
O referido blogue arvora-se ainda em entidade que se julga no direito de se imiscuir nos assuntos internos do PCP e da CDU, que só a esta força política dizem respeito.
Coloca-se sistematicamente em bicos de pés, como se de um órgão de informação se tratasse, coisa que efectivamente não é.
Assim, a Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP decidiu tornar público o seguinte:
- Formalizar a decisão de não alimentar as polémicas semeadas por esse blogue, ignorando-o.
- Manter o princípio de não comentar, esclarecer ou responder a pretensas notícias ou
comentários que se escondem no anonimato.
- Tomar as decisões consideradas adequadas no sentido da salvaguarda do bom-nome quer da PCP e da CDU, quer dos seus eleitos e activistas.
A Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP esclarece ainda que, para além das iniciativas do PCP e da CDU, das tomadas de posição e declarações públicas dos seus órgãos, não se revê nas posições de alegados membros desta força política, que em determinados momentos surgem na blogosfera.

Alpiarça, Janeiro de 2012"


NR:  Publicamos esta “Posição da Comissão Concelhia de Alpiarça”, não que a isso sejamos obrigados, porque como diz o PCP e muito bem, que passamos a citar: “ O Jornal Alpiarcense é um blogue que se define como um órgão de informação geral, vocacionado para o sumário da informação local, independente e pluralista, cuja linha de publicação está aberta a todos os pensamentos e ideologias politicas e sociais” e o “seu responsável afirma ainda que a credibilidade e transparência de todos os artigos e respectiva colaboração publicada não permitem a publicação de comentários ofensivos” e porque o Jornal Alpiarcense está “ABERTO A TODOS OS PENSAMENTOS E IDEOLOGIAS POLITICAS E SOCIAIS” por respeito aos nossos leitores publicamos então a “Posição do PCP”.
Quanto às acusações e demais acrescentos é-nos indiferente o que é dito porquanto não alinhamos em politiquices partidárias e muito menos alimentamos polémicas de quem pensa que o Jornal Alpiarcense tem que estar ao serviço do PCP.
Quanto ao esclarecimento da “Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP” de não se rever em certas noticias que surgem “em determinados momentos na blogosfera” é problema do PCP como é problema nosso não nos revermos, nem acreditarmos nas noticias divulgadas pela blogue do Partido Comunista e muito menos nos blogues anónimos.
É esta a diferença entre o Jornal Alpiarcense e o Blogue da CDU/PCP e outros seus apêndices para no anonimato atacarem tudo e todos não permitindo sequer a publicação de comentários quando neste jornal existe toda a liberdade de expressão coisa que o PCP tem dificuldade em aceitar.
Resta-nos sugerir que a “Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP”, que se sente tão incomodada com as criticas que aqui são publicadas, deixe de ler o “Jornal Alpiarcense” (que até agradecemos) como nós não lemos os blogues comunistas porque gostamos de ser isentos e democratas.
Como nota fina, resta-nos informar de que Jornal Alpiarcense terá sempre as suas páginas disponíveis para a CDU/PCP porque continuamos a defender a liberdade de expressão para além de estar aberto a todos os pensamentos e ideologias politicas.
Se não quiserem é um problema da denominada comissão.
Considere-se encerrado o tema.
O Administrador
António Centei

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publicado às 19:50

Quanto custaram as seis fotografias do presidente para o Boletim Municipal?

Diz o povo "Pela boca morre o peixe!" e é bem verdade. Foram críticas em reuniões, em plenários, em sessões de esclarecimento, em comícios, eu sei lá, sobre a dita revista da tal senhora.
Agora, só em duas folhas (de dinheiro gasto, mal) temos seis fotografias do senhor presidente...
Assim é que é! Ah, valentes! Vamos lá criticar, mas agora eu sou o Presidente e também tenho direito a fotografias. E então se eu gosto! O ar tímido é só para disfarçar.
Ainda por cima com o meu chefe de gabinete a tirar-mas, posso contar com todas as que quiser, pois eu sei, como toda a gente sabe, que ele faz tudo por mim! Cada vez gosto mais dele e cada vez me admiro mais! Direi até que ao longo destes quase três anos me amo cada vez mas!
E não chamem o Sr. Nogueira para a conversa, porque com ele nem me sentiria tão à vontade e ainda por cima iria gastar dinheiro. Assim este dinheiro foi todo para a folha informativa. Não acham que valeu a pena? Informámos os alpiarcenses, viram o presidente da câmara em seis fotografias, e demos conta de uma actividade! Informámos e poupámos! Tudo pelo bem de Alpiarça!

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publicado às 19:04


Um leitor atento enviou-nos o seguinte comentário: “Essas críticas das chamadas revistas da especialidade já todos sabemos como são feitas. Ou o produtor faz publicidade na revista e dão um destaque e uma apreciação excelente a uma marca dessa Casa Agrícola, ou se o produtor recusa fazer publicidade, cortam na casaca até mais não. E quando existem quezílias pelo meio, então nem se fala. Falar dum rótulo e nem sequer falar do conteúdo é no mínimo, muito pouco profissional” (ler: Casa Paciência lança no mercado o vinho "Ping'Amor" ) depois de ter lido a notícia publicada por este jornal e referente ao lançamento de um novo vinho da 'Casa Paciência' no mercado com a marca  “Ping’Amor”.

Na opinião do ‘Jornal de Vinhos’, “há rótulos de vinho que, pior do que serem maus tecnicamente, são incompreensíveis nos dias de hoje... A todos os níveis. O vinho Ping'amor Reserva, da Casa Agrícola Paciência, é um caso paradigmático. O seu rótulo, de formato exótico, para além de não comunicar quase nada, é formalmente deprimente.”

Curiosamente, Armando Fernandes, crítico de gastronomia e responsável pela coluna de 'Comeres & Beberes' do semanário ‘O Ribatejo’ já não é da mesma opinião. Escreve o entendido  na sua habitual coluna de “Vinho” desta semana o seguinte: “…O rótulo e contra rótulo acentuam Ping’amor, possibilitando, se nisso estivermos interessados recordar as figuras de pinga amores feitas pelos outros, as nossas ficam ao cuidado deles. Um homem frenético no pinga-amor, especialmente no Ribatejo, é encarado como bonomia e largo sorriso pelos observadores menos atreitos a exibições de amostras desse género na praça pública. Este vinho branco no copo mostrou-se límpido, o nariz detectou referências aromáticas a frutos cítricos frescos, a feno acabado de cortar, alguma manteiga e elementos florais, na boca aumentaram as revelações colhidas pela pituitária. Com efeito, no palato conformaram-se tais sensações, ainda as de maçãs acabadas de colher, num pronunciamento de frescura e final vincados a laivos amanteigados. Bom acompanhante de peixes brancos, mariscos, aperitivos e queijo seco.”
Depois destas duas opiniões e porque a Casa Paciência, situada em Alpiarça, continua a “brindar” os consumidores com o melhor “néctar dos Deuses” de região porque não provarmos o ‘Ping’Amor’ para tirarmos as dúvidas?

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publicado às 11:59

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