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O candidato a Secretário-Geral do Partido Socialista Francisco Assis participou hoje, dia 29 de Junho, num almoço com autarcas e ex-autarcas socialistas do distrito de Santarém.
O almoço, em Almeirim, no restaurante Toucinho, contou com a presença da presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, do presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha, Miguel Pombeiro, da presidente da Câmara de Alcanena, Fernanda Asseiceira, do presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes e do presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes.
Neste almoço estiveram ainda presentes Silvino Sequeira (ex-presidente da Câmara de Rio Maior), Veiga Valtez (presidente da Câmara da Golegã), Carlos Nazaré (ex-presidente da Câmara de Rio Maior), Nelson Carvalho (ex-presidente da Câmara de Abrantes) e Vanda Nunes (ex-presidente da Câmara de Alpiarça).
 
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publicado às 12:35


Tiago Leite nomeado Chefe de Gabinete

por Noticias do Ribatejo, em 29.06.11


Tiago Marques Leite, 40 anos de idade, casado, quatro filhos, licenciado, foi o candidato do CDS-PP a Presidente da Câmara Municipal de Santarém nas autárquicas de 2009 e terceiro da lista de deputados à Assembleia da República nas últimas eleições legislativas.
Foi, esta semana, nomeado Chefe de Gabinete do Secretário de Estado da Administração Interna, Dr. Filipe Lobo d’ Ávila.
Tiago Leite, homem de confiança na última legislatura do então Deputado, Filipe Lobo d’ Ávila, para os assuntos relacionados com o Distrito de Santarém, ocupa outras responsabilidades dentro da estrutura do CDS-PP, sendo Presidente da Comissão Política Concelhia de Alpiarça, Vice-Presidente da Comissão Política Distrital de Santarém e membro da Comissão Política Nacional.
A nomeação do novo Chefe de Gabinete acaba por ser um prémio pelo mérito e pelo rigor que sempre pautou a sua vida, quer pelos seus conhecimentos e exemplo profissional, quer pela prática e pela coerência com os princípios e valores da condição humana.

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publicado às 16:25

Fábio de Jesus Santo Correia, em regime de avença, pelo prazo de 12 meses, passou a ganhar desde o dia 6 do corrente mês, a quantia de 11.400,00 Euros como prestação de “Serviços de Protecção Civil”

Se somarmos os 14.592,84 que ganha o “Promotor Cultural” mais os 11.400,00 de Fábio Correia, a Câmara aumentou os encargos anuais com pessoal para: 25.992,84 euros

Leia mais detalhes em:  

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=241136&lk=srch

Noticia relacionada:

Apesar da crise financeira que a Câmara atravessa ainda tem capacidade para pagar a um “Promotor Cultural” a módica quantia anual de quase 15 mil euros

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publicado às 16:29


QUE AJUDEM O CORPO DE BOMBEIROS DE ALPIARÇA

por Noticias do Ribatejo, em 28.06.11
É verdade acidentes todos têm, o importante é saber qual o retorno prático e real para o Corpo de Bombeiros e Concelho de Alpiarça de tais deslocações em prol da unidade e solidariedade do Distrito.
Chegou a hora do reconhecimento destes feitos, ou seja a ANPC que pague e reponha a viatura e fazendo as contas ainda lhe fica muito barato, pois o desinvestimento nos Corpos de Bombeiros Municipais foi total.
Não se esqueçam que o envelhecimento do parque de veículos de combate a incêndios, se deve essencialmente ao desgaste resultado de intervenções fora do Concelho.
Estamos a voltar ao mesmo fado dos anos noventa... pobreza franciscana!!!!
Sejam coniventes com os senhores da ANPC e continuem a tirar o chapéu, se possível
Eu aplaudo!!!!
Se não fosse os restos do QREN que os outros não quiseram....
Está na hora de afirmar os "BOMBEIROS DE ALPIARÇA", o punho cerrado que não sirva só para gestos políticos, vamos bater na mesa e exigir o que se merece!!!!
Ou então quem paga é quem pode e quando vierem com as ameaças tradicionais, os políticos locais que se imponham!!!!
Tristemente assisti a uma Senhora Governadora que nada fez para resolver problemas existentes neste Corpo de Bombeiros (o da sua terra), não me digam que não podem existir favorecimentos!!!
Concordo mas alguém me explica o que se tem passado em Almeirim nestes anos, espero sinceramente que o novo Governo ponha mão nisto e traga a claro o que se tem passado...
Talvez um dia se escreva um livro com tanto que há para contar.
Espero que o Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça ultrapasse estas dificuldades e que volte a ser o que já foi "uma referência a nível operacional"... e nacional.
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publicado às 16:28

De um leitor devidamente identificado, publicamos na íntegra a exposição feita contra   um Agente da GNR que nos foi enviada para conhecimentos das respectivas autoridades como dos leitores



Data – 25/06/2011
Assunto: Reclamação - Organismo - GNR Alpiarça
Ex.mo Senhor
Comandante Geral da GNR
Chamo-me Filipe Alexandre Gama Nunes, tenho 32 anos, nº cartão de cidadão – 11448851, residente – Rua do Valdaque nº106 – 108 – Alpiarça, sendo que, sou Licenciado em Gestão de Empresas, Pós-Graduado em Comunicação Empresarial e Mestre na área de Gestão de empresas. Actualmente, exerço funções de Gestor de Sinistros de uma multinacional de seguros, tal como, Project manager de um site centrado em conteúdos jornalísticos especializados – gestão de empresas, economia e recursos humanos.
Reforço ainda, considero-me um cidadão íntegro, cultor da disciplina, portanto, com uma dimensão ética respeitável e acima de tudo diferenciadora em termos morais. Estas orientações de vida, advém de uma educação militar, na qual, fui obtendo ao longo dos meus 32 anos de vida, visto que, o meu pai teve oportunidade de representar as Forças Armadas Portuguesas durante quarenta e cinco anos em Portugal e no Estrangeiro.
Portanto, tenho como traves mestras estes princípios, sendo que, perante tal facto, obriga-me o envio deste email para Vossa Ex.ma.
Assim sendo, no dia 25-06-2011 tive necessidade deslocar-me com urgência ao consultório médico-veterinário – Clínica Veterinária de Alpiarça, nomeadamente, situada na Rua 2 de Abril nº17 – 2090-40 Alpiarça. O objectivo da minha urgência, advinha do facto, de o meu animal de estimação (cão de família ), apresentar um quadro clínico de epilepsia, portanto, estava perante um cenário de convulsões de grande intensidade, espasmos musculares intensos produzindo contracções por todo o corpo, rotação acentuada da cabeça, dentes firmemente cerrados e incontinência urinária. Assim sendo, desloquei-me com urgência à Clínica Veterinária de Alpiarça, de forma a recolher o medicamento – SOS ,designado por Stesolid – Diazepam – 5mg para tentar salvar o respectivo animal de estimação.
Ao recolher o respectivo medicamento, numa operação que demorou 5 segundos, o meu veículo ficou estacionado sob o passeio da via em questão, tal como, permanecia completamente aberto.
Portanto, dirigi-me para o meu veículo em episódio de urgência, sendo que, fui abordado por o Sr. Agente Miguel Rocha – GNR de Alpiarça, quando de seguida me solicitou os meus documentos pessoais, documentos do veículo sem qualquer apresentação de cumprimentos da parte do mesmo.
De forma assertiva, expliquei cordialmente que me encontrava num cenário de urgência, portanto, tinha realizado o levantamento de um medicamento SOS para assistir o meu animal de estimação, na qual, se encontrava na minha residência em plena dificuldade física. Na obstante porém, que tinha consciência que tinha estacionado de forma incorrecta o meu veículo na via em questão, no entanto, não apresentava perigo para o fluxo de tráfego própria via e/ou integridade física de qualquer peão.
Adianto, que o Sr.Agente – Miguel Rocha, descurou na integra qualquer explicação, manifestou desde do inicio um comportamento de intransigência, altivo e sedento do exercício de poder sobre a minha pessoa, sendo que, manteve-me retido no local em causa, neste caso, exigindo a documentação pessoal e do veículo.
Considero porém, que devemos manter a nossa integridade, portanto, ter consciência dos nossos deveres, mas também, nunca esquecemos dos direitos que nos assiste. No entanto, com a máxima cordialidade, sempre pautando o respeito pela autoridade , cedi os meus documentos pessoais e reforcei a necessidade de deslocar-me com a máxima brevidade do local em causa.
Perante tal cenário, o Sr.Agente Miguel Rocha, subvalorizou na integra as minhas palavras, sendo que, pautou o seu comportamento de abuso de poder, neste caso, impôs a minha continuidade no local , sendo que, encontrava-me num cenário de emergência e partilhado pela minha pessoa. A sua linguagem foi reforçada por adjectivos de qualidade imperativa e flexionavam sempre em prol de poder, compor por exemplo – “imediatamente”;” eu mando” ; “eu faço”,etc.
Portanto, ao efectuar a anotação dos meus dados pessoais, manteve uma atitude de coerção sobre a minha pessoa, sendo que, sistematicamente senti-me compelido pela sua intimidação, como por exemplo afirmar que iria ser notificado à posteriori e talvez autuado.
Entendo, que devemos manter o respeito, portanto, condição sine qua non de vida de todo o cidadão íntegro que compreende o que seja ética, age com transparência , honestidade e humildade, desta forma, apenas referi que o Sr.Agente Miguel Rocha agisse legalmente como dita a lei, até porque, ao longo da minha vida nunca estive envolvido num cenário semelhante com autoridades e/ou tribunais.
Mais adianto, que posteriormente retirei-me do local de forma apressada, no sentido de prestar auxílio ao meu animal de estimação na minha residência.
Ao terminar tal operação de socorro e/ou urgência dirigi-me ao Posto Territorial de Alpiarça, na qual, solicitei o favor da presença do Sr.Agente – Miguel Rocha, sendo que, pessoalmente facultei-lhe a minha identificação e questionei a razão e/ou “modus operandi” da sua maneira de agir sobre o anterior cenário apresentado pela minha pessoa.
Escusado será dizer, que o Sr.Agente – Miguel Rocha manteve de novo o comportamento exacerbado de poder, totalmente desenquadrado para a Entidade que representa, além disso, fez transparecer a ideia que tem poder de controlar o cidadão comum, tal como, não apresentou qualquer índice de sensibilidade e/ou capaz de aferir o meu cenário de urgência reportado à sua pessoa.
Considerei perante tal comportamento, um género de ocorrência extrema , mas sabemos que muitas das vezes que estes profissionais vivem sob estereótipos criados, campo intelectual inseguro, auto-estima crítica e não conseguem discernir e/ou colocar em prática a regra do relacionamento , empatia e/ou respeito por terceiro, isto porque, impera de forma latente a euforia de exercer poder sobre o cidadão comum, resolvi solicitar o respectivo livro de reclamações.
Mais informo, que no mesmo local surgiu o Sr.Agente – Bruno Nunes, na qual, sendo desconhecedor na integra do processo em questão, limitou-se a praticar a mesma conduta de comportamento do seu colega, desta forma, foi seguida a lei do exercício ou repetição da velha teoria Behaviorista ou comportamental.
Em suma, como cidadão, fico deveras indignado ao assistir aos comportamento dos agentes mencionados, não dignificam a formação militar que foram alvo e/ou os princípios da Instituição em causa. Em particular considero que não estão preparados para exercerem a sua profissão no estado direito actual. No seu código deontológico , na campo de aplicação, tal como, nos princípios fundamentais da aplicação do mesmo, o artigo 2º refere -Como zeladores pelo cumprimento da Lei, os membros das Forças de Segurança, cultivam e promovem os Valores do Humanismo, da Justiça, Integridade, Honra, Dignidade, Imparcialidade, Isenção, Probidade e Solidariedade.
No meu caso em particular, uma situação de natureza rodoviária simples, traduziu-se para o Sr.Agente – Miguel Rocha uma enorme desafio a aplicação deste parágrafo. Tal como, nos diz o artigo 3º - respeito pelos direitos fundamentais da pessoa humana , algo que, dificilmente será tangível pelos dois profissionais em causa.
Lamento, como cidadão integro que a Instituição – GNR – Guarda Nacional Republicana , com enorme credibilidade, valores vincados , veja a sua imagem institucional perante a sociedade civil a sair prejudicada por comportamentos desviantes dos seus profissionais.
Resta-me aguardar, pelo desenrolar desta situação, reflectir em conjunto com o meu advogado a forma como fazer prevalecer minimamente os meus direitos, tal como, abranger outros meios para apresentar a minha indignação como cidadão. Se me é permitido, gostaria de colocar a seguinte pergunta – Se este quadro de emergência fosse centrado num ser humano? De certo, pela experiência vivida, o comportamento do Sr.Agente – Miguel Rocha, seria precisamente igual, porque, não tem capacidade intelectual para analisar diferentes cenários resultantes da dinâmica social corrente.
Sem outro assunto de momento, despeço-me atenciosamente na esperança que este mail possa merecer atenção de vossa Ex.ma.
Reclamação apresentada
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=gmail&attid=0.1&thid=130c8e803e818e86&mt=application/pdf&url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3D46a43b74e3%26view%3Datt%26th%3D130c8e803e818e86%26attid%3D0.1%26disp%3Dsafe%26zw&sig=AHIEtbT2nlmic6XfQZRTNIhoxXpff3UJAw&pli=1
CDeontServPolicial
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=gmail&attid=0.2&thid=130c8e803e818e86&mt=application/pdf&url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3D46a43b74e3%26view%3Datt%26th%3D130c8e803e818e86%26attid%3D0.2%26disp%3Dsafe%26zw&sig=AHIEtbRbO_xEFdMgTaS4xP97JNxlfXPOyA

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publicado às 12:11

Os anos vão passando e o “Projecto da Cultura Avieira” ainda não  demonstrou nada de concretizável, excepto: muitas reuniões, projectos, estudos, encontros, seminários, promessas de criação de centenas de postos de trabalho, possibilidades de receber milhões de euros e pouco mais porque de concreto no terreno nada ainda foi feito.
Da realização do “2.º Congresso da Cultura Avieira” mais uma vez saíram novas ideias e apelos.
Apelos”, “Promessas” e «boas-vontades» é o que temos vindo a assistir e a ler nos últimos tempos.
De concreto continuamos por poder ver «obra feita» excepto as boas-vontades e a entrega de quem se interessa pelo projecto.
Isto não chega porque com o passar do tempo o projecto começa a perder veracidade e já há pessoas que começam a pensar que todo este interesse em “candidaturas” apenas se destina a captar subsídios para depois o projecto ficar pelo caminho não se realizando por completo a dinamização da «cultura avieira» que tanto se fala mas nada se vê ou  começar a ser feito.
Alguns apontamentos do último congresso:
DISSE:
«Uma ideia central veio da responsável da Comissão Nacional da UNESCO que, na sessão de abertura, afirmou que a candidatura da cultura avieira a património imaterial da humanidade “não vingará se não envolver as comunidade locais detentoras desse património”».
Baseada naquilo que são os pressupostos da Convenção da UNESCO e sem se referir especificamente a este projecto, Clara Cabral referiu que qualquer candidatura tem que ter por base “um património vivo que exista na actualidade e cujas comunidades locais beneficiem com a sua salvaguarda” o que não acontece com a “Aldeia do Patacão”.
AFIRMOU:
Rosa do Céu, presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, a Lezíria do Tejo “tem um peso muito reduzido” no panorama turístico nacional (vale 0,41%), “muito inferior às suas potencialidades”.
 E ACRESCENTOU:
Focando a sua intervenção na necessidade de qualificar a oferta turística na região, sobretudo na que diz respeito à fruição do Rio Tejo.
Segundo este responsável, “o Tejo e o turismo têm forçadamente um encontro marcado, falta é saber quando”.
Para Rosa do Céu, o rio Tejo “precisa de afirmar o seu lado turístico com a oferta de produtos e serviços sejam fáceis de adquirir, que sejam regulares e passíveis de serem encontrados pelos turistas”.O que existe agora não é um serviço pois nunca coincide com a disponibilidade do turista”.
 Daqui, talvez os “embaraços” para que o “projecto avieiro” continue em estudos, congressos, etc., porque muita coisa ainda falta para concretizar, salientando-se o interesse das autarquias envolventes, que todas já demonstraram estar interessadas na aplicação do projecto mas muito poucas se dispuseram a levar por diante aquilo que é necessário para justificar o «encontro dos turistas» que será a razão principal para visitarem os espaços avieiros banhados pelo TEJO.
Enquanto houver “Patacões” e outros do género ao abandono com barracas a cair aos bocados dificilmente chegará o dia do «encontro marcado» como é reconhecido por alguns dos presentes neste congresso.
PEDIU:
Um dos problemas das aldeias avieiras é o da legalização das casas (caso da “Aldeia do Patacão”) e outras infra-estruturas que foram ali construídas pelos pescadores ao longo das décadas.
O Presidente do Politécnico pediu o apoio das autarquias e das entidades públicas do Estado na resolução deste problema, nomeadamente, através da realização de planos de pormenor.
 INFORMOU:
João Leite, vereador da Câmara Municipal de Santarém  que a «autarquia está empenhada na elaboração destes planos de pormenor, designadamente para a aldeia das Caneiras (Santarém), mas que os mesmos só poderão avançar se existir o apoio de fundos comunitários».
Se das muitas autarquias envolventes, algumas não tem capacidade para concretizar os respectivos “planos” ou a “legalização de casas” não compreendemos como é que se pode afirmar que a «cultura avieira dá passos firmes para ser património da UNESCO» e se fala na promessa de centenas de postos de trabalho quando na verdade «muita coisa ainda está por fazer».
Algo deve estar errado porque não condiz com as declarações da responsável da Comissão Nacional da UNESCO, quando afirmou no congresso que o projecto «não vingará se não envolver as comunidade locais detentoras desse património».
Se a maioria das autarquias só avança se «existir o apoio de fundos comunitários» ou se tiverem disponibilidade financeira para o arcabouço que exige «legalizar e conservar as ‘casas’» só podemos concluir que o “projecto da cultura avieira” ainda terá muitos anos pela frente até ser realidade.
Até lá, que se façam mais congressos e fale-se na ‘cultura avieira’.
Fonte: “O Ribatejo”
Fotos "JA" e "O Ribatejo"
In: http://jornalalpiarcense.blogspot.com/

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publicado às 16:28


O PSD Alpiarça que faça uma profunda reflexão

por Noticias do Ribatejo, em 24.06.11
No PSD, partido actualmente no governo não acredito que consiga ganhar a Câmara.

O Carlos Coutinho poderá ser um óptimo presidente e isso não está em causa.
Só que o PSD no futuro vai sofrer um forte desgaste de imagem pelo facto de governar.
Vai ter de tomar medidas muito impopulares plasmadas no acordo com a Troika.
Os partidos de oposição, e nomeadamente o PS que conduziu o País a este estado nos últimos 6 anos, embora sendo o principal signatário do acordo vai usar a sua máquina de propaganda para derrubar o PSD.
Para já, o PSD se continuar a mostrar a reviravolta que está a iniciar na forma de fazer política pode colher dividendos da faixa de cidadãos que embora não tendo votado PSD apreciam o respeito pelo erário público.
Claro que os casos de compadrio e corrupção vão aparecer ao longo do mandato. Está no gene de alguns portugueses!
Tudo dependerá como os casos forem tratados.Se punirem exemplarmente os prevaricadores poderemos continuar a acreditar na mudança.
Eu que nunca votei no PSD, até poderei equacionar o voto.
Há ainda uma premissa que é que todos os bafientos do PSD ligados às Quintas da Coelha, BPN, e outros malabarismos (para não chamar outra coisa) desapareçam de vez do palco político.
Quanto ao PSD Alpiarça a análise que faço à última cena (autárquicas) a minha opinião é que a lista apresentada na sua globalidade até dava dó.
Uma advogada candidata dum partido de oposição é completamente cilindrada num debate por outra com apoio de um PS com responsabilidades governativas.
Como poderia o PSD-Alpiarça almejar resultados razoáveis?
Se não houver uma revolução concelhia no PSD, até o CDS passará a ter melhores resultados.
O PSD/Alpiarça que faça uma profunda reflexão.

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publicado às 16:43


Os comunas são, de facto, o maior cancro da nossa sociedade

por Noticias do Ribatejo, em 24.06.11
 

Os comunas são, de facto, o maior cancro da nossa sociedade

 

São os comunas no seu melhor e no lema preferido : " QUANTO PIOR MELHOR " que esta a levar por diante esta campanha de agitaçao, na Grecia.

Sao os correspondentes aos comunas da CGTP, ca no burgo.

 

Uma vez que, em todos em todos os casos conhecidos de Estados Comunistas / Totalitarios / Torcionarios, onde foi tentado levar a pratica a doutrina economica e financeira marxista, sempre a mesma falhou rotundamente - vide os exemplos da ex-Uniao Sovietica e seus satelites, que implodiram todos -, então querem fazer o mesmo nos Paises livres.

 

Dessas tristes experiencias fosseis restam-nos os vergonhosos casos ( ainda ) actuais da Coreia do Norte e de Cuba com a sua miseria, prepotencia, prisoes politicas e arbitrarias pelo crime de delito de opinião, tortura para quem ouse pensar pela sua própria cabeça, ausencia de liberdade e de direito a greve.

 

Estes individuos, os comunas, tanto na Grecia, como cá ou onde quer que seja são, de facto, o maior cancro da sociedade e servem-se da liberdade que lhes é facultada e que negaram nos seus Estados totalitarios, para, agora, tentarem concretizar projectos de agitação e destabilização, sempre sob a capa e o falso argumento do Povo, com o qual, hipocritamente, enchem a boca, embora saibam. perfeitamente que com a sua acção apenas contribuem para diminuir a criação de riqueza e aumentar a fome

http://economico.sapo.pt/noticias/gostaria-que-portugal-se-transformasse-numa-florida-da-europa_121328.html

 

 

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publicado às 16:08


Sónia Sanfona está prestes a deixar o cargo de Governadora Civil de Santarém porque apresentou a demissão por causa da mudança governamental.
Sónia Sanfona passa a ter mais tempo livre. É uma mulher jovem que «vive de e para a politica».
A advocacia não é a sua «causa principal» e nela não gostaria de se dedicar a tempo inteiro.
A política está-lhe no “sangue” e é para esta nobre actividade que quer viver e dedicar-se.
Por pretender dedicar-se à politica e livre que está dos mais diversos cargos e obrigações protocolares, ‘Jornal Alpiarcense’ foi saber junto de um dos responsáveis da Concelhia do PS/Alpiarça, na pessoa do vice-presidente, António Moreira, se o «PS/Alpiarça tem alguns planos para quem já foi candidata à presidência da Câmara Municipal de Alpiarça».
Segundo António Moreira, a demissão de Sónia Sanfona foi «uma decisão correcta» se «tomarmos em atenção que o desempenho de governadora civil é um cargo de confiança politica».
Quanto a Sónia Sanfona ter mais tempo para se dedicar à política local, a «Comissão Politica de Alpiarça» do PS entende que uma «militante, com a experiência politica que tem é sempre válida».

A possibilidade de ex-governadora poder ser uma forte candidata nas próximas eleições autárquicas, não obtivemos a opinião da concelhia mas ficamos a saber a opinião pessoal de António Moreira: «a candidatura de Sónia Sanfona é sempre um valor acrescentado na política alpiarcense».
Poderá assim ficar a “porta aberta” para uma possível candidatura de Sónia Sanfona para presidente de Alpiarça

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publicado às 11:31


Concelhias do PS e do PSD em autogestão

por Noticias do Ribatejo, em 23.06.11
 Um leitor deste jornal (E se Sónia Sanfona fosse a presidente? ) gostava de ver como cabeça de lista pelo PSD, Carlos Coutinho (Tito) ou António Moreira pelo PS. Entende no seu ‘ponto de vista’ que a autarquia acima de tudo precisa de um «bom gestor».
Um ideia curiosa e interessante que pode e deve ser discutida em cima da mesa pelos respectivos responsáveis.
Carlos Coutinho (PSD) tem vindo a demonstrar que é um óptimo gestor. Na qualidade de administrador da DESMOR o seu trabalho tem sido bastante elogiado e reconhecido por todos os quadrantes políticos da cidade onde exerce a profissão (Rio Maior).
Sabemos da sua disponibilidade para ser candidato à Câmara. Basta a estrutura local do PSD tomar a iniciativa.
António Moreira, já foi presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça e deixou «trabalho feito» como deu mostras de se preocupar com Alpiarça.
Homem de iniciativas: «quando não sabe pergunta a quem sabe» porque o que há para fazer tem que ser feito.
António Moreira sabe e reconhece que Alpiarça se encontra num marasmo e que aquilo que por tanto pugnou é «inadmissível ver-se» – as ruas de Alpiarça cheias de ervas e sujas.
 Sabe também, porque a experiência o ensinou que Alpiarça não se desenvolve pela «falta de capacidade de realizar ou resolver problemas da população» que actualmente vive o município (ANTÓNIO MOREIRA: A “Falta de capacidade, de realiz... ).
Duas pessoas com qualidade e capacidade de poderem ser fortes candidatos nas próximas eleições autárquicas o que faz com que a ideia do leitor (E se Sónia Sanfona fosse a presidente?) tenha pernas para andar, assim o entendam os responsáveis pelas concelhias do PS e PSD.
Os problemas que se apresentam nestas duas concelhias são: as mesmas estão a deixar passar a ideia, para o exterior, que devem estar em “autogestão”.
Quanto à Concelhia do PS/Alpiarça, talvez por causa dos socialistas andarem preocupados de o PS estar sem líder ou por terem levado um “ralhete” de orelhas” de Paulo Fonseca, presidente da Distrital que acusa muitos camaradas de andarem a dar “palpites” na Internet mas que nada fazem e muito menos contribuem para o crescimento do PS quando o partido, mais do que nunca, precisa de “crescer”.
 O certo é que, quando tentamos falar com algum responsável do “Alpiarça é a Razão” ficamos com a sensação de estar sem “líder” como está o partido.
Já no que toca à do PSD/Alpiarça então obter informações é como estar a tirar um “coelho da cartola”.
Com uma liderança de “província” vale-nos João Brito que é “pau-para-toda-a-obra” e que já está farto da inoperância dos seus parceiros de partido.
Esperamos que estas duas concelhias deixem de falar a “duas vozes” e comecem a tomar decisões importantes porque a ideia deste leitor é de «tomar em conta».
Não esqueçamos de que Alpiarça não tem assim «gestores» (e bons) em abundância, logo, que se aproveite os poucos que existem e que estão na “graça” de muitos alpiarcenses, para além de disponíveis como é o caso de Carlos Coutinho e António Moreira, pessoa muito estimada e não esquecida pelo «trabalho que fez» como Presidente da Junta de Freguesia que foi.
Por: António Centeio

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publicado às 19:02

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