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No início de uma nova sessão legislativa, não queria deixar de lhe dar conta do meu balanço como Deputado eleito pelo círculo eleitoral de Santarém.

A recuperação do deputado do CDS pelo círculo eleitoral de Santarém foi um momento único de afirmação do CDS em Santarém e um momento em que, com enorme gosto, assumi um compromisso de proximidade com as preocupações reais das pessoas, famílias e empresas do Distrito. Tenho tentado estar à altura desse importante desafio e, nessa tarefa, tenho podido contar com o enorme empenho e entusiasmo das estruturas, dirigentes concelhios e distritais, assim como de muitos e muitos militantes que de forma directa e empenhada tiveram a oportunidade de transmitir informações e apresentar sugestões.

Entendo que é nesse diálogo constante que o exercício do mandato parlamentar faz sentido. E é com esse compromisso que conseguiremos justificar plenamente a existência de um deputado do CDS no círculo eleitoral de Santarém.

Julgo ser este o momento adequado para renovar a exigência e o compromisso assumido com todo o Distrito, militantes e não militantes. Por isso mesmo, coloco-me novamente à vossa disposição, pedindo que me transmitam todas as informações que entendam relevantes para tomada de posição do nosso Partido, do vosso deputado e, sobretudo, todas as informações que, na vossa opinião, devam merecer a nossa atenção. É, sobretudo, para isso que cá estou e queria que vissem isso com a maior naturalidade.

No fim deste primeiro ano parlamentar, não posso deixar de vos dar conta da minha ficha pessoal de actividade parlamentar, na qual poderão ver, em concreto, aquilo que o vosso deputado andou a fazer na Assembleia da República. Julgo que a prestação de contas deve ser permanente e deve ser sindicável. Fui eleito com os votos do Distrito de Santarém e com a ajuda e empenho dos militantes do CDS. Esta prestação de contas é um dever do qual não posso nem devo prescindir.

Neste sentido, queria que soubessem que no ano passado, com a ajuda de muitos militantes e numa lógica de trabalho conjunto do Grupo Parlamentar, fui o 17.º deputado (em 230 deputados) na apresentação de iniciativas legislativas e fiquei nos 30 deputados com mais intervenções em plenário (elementos constantes no Parlamento Transparente em www.publico.pt). Assegurei igualmente a representação do CDS na Comissão Eventual de acompanhamento do fenómeno da Corrupção, onde o CDS conseguiu aprovar algumas das suas ideias (com especial destaque para o crime urbanístico, o estatuto do arrependido e o reforço das regras das obrigações declarativas dos políticos) e participei como deputado efectivo nos trabalhos da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e na Comissão de Negócios Estrangeiros. Fiz perguntas e requerimentos sobre temas respeitantes ao Distrito, tão diferentes como segurança, agricultura, falências, emprego, tribunais, acessibilidades ou mesmo ambiente.

Procurei igualmente que o Deputado do CDS fosse presença regular no círculo eleitoral e uma presença constante nos órgãos de comunicação social regional.

É evidente que se pode sempre fazer mais e melhor. O desafio presente e de futuro não pode deixar de ser esse. Para o conseguir, a vossa ajuda é absolutamente essencial.

Conto com a vossa ajuda. Contam com o meu empenho. Espero que contem com o Vosso Deputado.

Tem sido um enorme privilégio.

Filipe Lobo d'Avila/Margarida Netto

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publicado às 21:18

 Haja dificuldades ou não; haja falta de dinheiro ou não; haja a crise que houver ficamos a saber e a tomar conhecimento de que as portas da AgroAlpiarça não fecharão nos próximos anos, entenda-se, durante o actual mandato da CDU.

É “ponto de honra” manter a funcionar esta cooperativa inter-municipal mesmo que a falta de recursos e de rendimentos sejam uma constante porque na prática o maior accionista, a Câmara, suportará todos os encargos, sejam eles oriundos de uma hipotética fraca campanha vinícola ou de não ser capaz de suportar o seu passivo que ronda o milhão de euros, cuja banca teima em não facilitar a reestruturação do empréstimo para fazer face aos imensos encargos que a AgroAlpiarça continua a manter.

Com o aval do seu accionista maioritário e fundador, a Câmara de Alpiarça, esta possibilidade é remota para as dificuldades continuarem e a doença não ser curada por causa da teimosia partidária que teima em não querer ver a realidade.

Ficamos assim a saber que a continuação desta cooperativa alpiarcense não vai encerrar as suas portas nos próximos tempos porque o representante autárquico nos corpos gerentes da cooperativa afirmou-o em plena assembleia que nunca tal acontecerá enquanto a CDU for poder.

Ficamos também a saber, por via da afirmação que mais uma vez as verbas da autarquia e os possíveis avales desta irão sustentar parte das despesas porque também todos sabemos que a viabilidade da cooperativa não é nenhuma mas sim um teimosia politica e dos políticos que a criaram que em abono da verdade quando da sua constituição era rentável mas que nos dias que correm mais não é do que um “cancro” que consome tudo que se lhe chega mesmo que seja à custa do erário público.

Todos os caminhos e tentativas demonstram que a AgroAlpiarça dificilmente terá algum futuro e muito menos qualquer rentabilidade que a sustente.

Como já foi publicado num blogue local «Quando em 1997 o Partido Socialista ganha as eleições autárquicas em Alpiarça, a divida da cooperativa, era de 150 mil euros, mas na adega havia vinho de valor superior a esta divida. A situação, não sendo a ideal, estava perfeitamente controlada e longe do que viria a acontecer a seguir. As más políticas da autarquia em relação á AgroAlpiarça, que se praticaram nos anos seguintes, sobretudo em 2001 e 2002, levaram a cooperativa a uma situação de falência. Com quadros técnicos a auferirem vencimentos bem acima da média e das possibilidades da cooperativa, e com duas colheitas de vinho praticamente destruídas, para além de outras políticas desastrosas que se seguiram, a continuação da AgroAlpiarça ficou seriamente comprometida, e comprometidos ficaram também os postos de trabalho que a cooperativa criou e que chegaram a ser de algumas dezenas de cooperadores. O passivo da AgroAlpiarça atingiu em 2004 mais de 1,500 milhões de euros, valor esse só atenuado pela alienação de património, que deixou a cooperativa reduzida apenas a reduzida apenas a duas propriedades e cujo valor é largamente insuficiente para colmatar as dívidas á banca, para além das dívidas a terceiros e á própria Câmara Municipal».

Pouco nos importa de quem foi a culpa e a má gestão. Se houve má gestão ou gestão danosa ou ainda interesses pessoais que o maior accionista tome ou mande tomar as devidas medidas para que se apure as verdades e se condene os culpados. Agora acusar os outros e permitir que não sejam chamados à responsabilidade é desculpa de mau pagador.

Existe legislação e meios próprios, os policiais, para pedir responsabilidade a quem não zelou pelo bem público caso contrário passam todos a ser complacentes com a «coisa pública».

Pretender-se que a AgroAlpiarça continue de portões abertos quando o futuro é “uma taluda” e a subsistência do presente uma aventura, porque o passivo dificilmente irá diminuir, o melhor a fazer seria responsabilizar-se quem causou ou consente tal situação e continuação.

É muito fácil e muito bonito criticar os outros para permitir que tudo continue na mesma.

 E para terminar este “bilhete”, que já vai longo, sobre o estado catastrófico da AgroAlpiarça e do que está a acontecer em Alpiarça não compreendo como os responsáveis autárquicos permitem alimentar a grave crise que a cooperativa atravessa como continuo por perceber as razões que o executivo da CDU teima em continuar a levar a efeito (citando Renato Campos, noutro artigo já publicado neste jornal) “festas e festinhas” que custam milhares de euros quando a autarquia está mergulhada em dividas; falta de receitas para fazer face às despesas e até foi “castigada” pelo governo no corte de verbas como a “banca” olha de “esguelha” para os pedidos de empréstimos que lhes são feitos.

Que se acabe com o que é supérfluo até às próximas eleições. Assim sempre ficam alguns milhares de euros que são preciosos para os cofres da Câmara. 

No ano de eleições que se repita aquilo que foi suspenso porque assim – talvez – os eleitores se esqueçam do que aconteceu ou que algo vão mudar para tudo ficar na mesma ou ainda a oposição desperte daquilo que fez para mudar aquilo que é preciso mudar.

E para terminar este “bilhete”, que já vai longo, sobre o estado catastrófico da AgroAlpiarça e do que está a acontecer em Alpiarça não compreendo como os responsáveis autárquicos permitem alimentar a grave crise que a cooperativa atravessa como continuo por perceber as razões que o executivo da CDU teima em continuar a levar a efeito festas e festinhas que custam milhares de euros, quando a autarquia está mergulhada em dividas, falta de receitas para fazer face às despesas e até foi “castigada” pelo governo no corte de verbas como a “banca” olha de “esguelha” para os pedidos de empréstimos que lhes são feitos.

Que se acabe com o que é supérfluo até às próximas eleições, que assim sempre ficam milhares de euros que são preciosos para os cofres da Câmara. 

No ano de eleições se renova aquilo que foi suspenso porque assim, talvez, os eleitores se esqueçam de que algo vão mudar para tudo ficar na mesma ou a oposição desperte do que fez para mudar aquilo que é preciso mudar e…acabar.

Até lá, que os alpiarcenses continuem directa ou indirectamente a sustentar a AgroAlpiarça.

 

Por: António Centeio

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publicado às 15:54


“A fé move montanhas e também bicicletas”

por Noticias do Ribatejo, em 10.10.10

Às afinações de última hora seguiu-se a partida rumo a Fátima de cerca de três centenas de cicloperegrinos que a 13 de Outubro irão juntar-se a outros fiéis no Santuário de Fátima. O arranque, ontem, em Albufeira, foi acompanhado de lágrimas de despedida, mas também de aplausos. Pela frente os peregrinos têm um percurso de 424 quilómetros divididos em quatro etapas. "A fé é o nosso combustível. Move montanhas e também bicicletas", brincava Carlos Franco, dos "Trepadores da Figueira", uma equipa de cicloturismo de Portimão, que aceitou o desafio de viajar até Fátima.

Ao grupo juntou-se pela primeira vez Mónica Barradas que garante que as mulheres "estão igualmente preparadas. Somos mais de trinta inscritas e prometemos não ficar para trás nem deixar mal a classe feminina". Por entre os ciclistas que se preparavam para o toque da partida estava José Matias. Residente em Fátima, viajou até ao Algarve de transportes públicos para fazer o percurso inverso de bicicleta. "Foi o único a fazer isto e não sei explicar porquê. É a fé que me move e me dá força", confessou.

 A mesma explicação é dada por Manuel Barbosa que aos 74 anos participa pela terceira vez. "E fui sempre até ao fim. Agora vou tentar fazer o mesmo", afiança, acreditando ser "um exemplo para os mais novos". "Este ano batemos o recorde de inscrições com 310 participantes, dos quais 260 são ciclistas e 50 acompanhantes", salientou Bernardino Caliço, vice-presidente da Associação de Ciclismo do Algarve, que organiza a "8ª Cicloperegrinação a Fátima".

A caravana estende-se ao longo de um quilómetro "o que nos obriga a adoptar determinados procedimentos para evitar problemas. Nunca houve acidentes de relevo", destacou o Major Vítor Calado, responsável pela segurança da prova, com paragens previstas em Aljustrel, Montemor-O-Novo, Alpiarça até à chegada ao Santuário na próxima quarta-feira.

«JN»

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publicado às 12:13


A falta de segurança no Frade de Cima

por Noticias do Ribatejo, em 10.10.10

Há já muito tempo que Jornal Alpiarcense tem vindo a lançar sucessivos alertas para a situação insustentável que chegou o lugar do Frade de Cima, em Alpiarça

O grande número de população aqui residente, a proximidade com as Fazendas de Almeirim, a existência da Adega Cooperativa e o grande movimento que a principal artéria que atravessa este lugar, a Rua Dr. Castelão de Almeida, contribui para que alguns assaltos e outras anormalidades aconteçam com facilidade em virtude da falta de segurança e presença das autoridades policiais que pouco vigiam este enorme aglomerado lugar que está num franco desenvolvimento.

Para que diminua a falta de segurança é preciso um maior e constante policiamento onde a Câmara pode ter um papel importante, porque só esta tem capacidade para intervir e denunciar a falta de policiamento, designadamente, junto do ministro da Administração Interna, para que tome as medidas que se impõe para que a paz pública  e a segurança volte ao Frade de Cima.

 

Por: António Centeio

(Editor)

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publicado às 12:08


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