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Para Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça  «as câmaras são penalizadas sem nada terem contribuído para o aumento do défice. Os cortes são injustos e limitam a capacidade de realização e do cumprimento integral de compromissos estabelecidos com a população. E isto num momento em que é urgente a dinamização das economias locais pela acção do poder local. O corte criará constrangimentos significativos à actividade de uma câmara com graves dificuldades financeiras, que ultrapassou o limite legal de endividamento em 2008 e até já aprovou um Plano de Saneamento financeiro que aguarda o visto do Tribunal de Contas. No orçamento p+ara 2011, pretendemos aumentar o investimento nas rubricas relacionadas com a educação e a acção social.

Recorde-se que o corte previsto para 2011 na Câmara de Alpiarça é de 9% o equivalente a 304,418 euros.

«O Ribatejo»

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publicado às 18:22


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por Noticias do Ribatejo, em 16.10.10

O Nobel da Paz foi entregue a um opositor democrático chinês, Liu Xiaobo. Na resposta, o PCP gritou de indignação. Eis a verdadeira face do PCP: uma força anti-democrática, que envergonha Portugal. I. Em agosto, meio a brincar, escrevi: "o marxismo acabará em Cuba antes de desaparecer em Portugal" . Em setembro, rebenta a notícia: o comunismo cubano está a morrer, e as mudanças 'capitalistas' estão a caminho. Misteriosamente, este assunto não está a ser seguido em Portugal. Há uns aninhos, as nossas TVs estavam sempre a falar de Cuba (sobretudo do catarro de Fidel Castro). Mas agora não mostram nada. O PCP agradece o silêncio. Assim não tem de explicar por que razão o seu modelo político preferido está a morrer. II. Na semana passada, depois de Liu Xiaobo ter recebido o prémio Nobel da Paz, o PCP disse o seguinte: este acto é um "golpe na credibilidade de um galardão que deveria contribuir para a afirmação dos valores da paz, da solidariedade e da amizade entre povos". Bravo. Um homem que luta contra a ditadura comunista não merece o respeito do PCP. Estamos a falar do mesmo PCP que passa a vida a invocar a PIDE para se sentir superior em relação aos outros partidos. Meus amigos, Liu Xiaobo tem uma "PIDE" à perna, está preso por uma "PIDE". Aliás, ao pé desta "PIDE" chinesa, a PIDE era brincadeirinha. A China ainda é um Estado totalitário. Já não mata aos milhões, como no tempo de Mao, mas a estrutura está lá. Mas, claro, o PCP não reconhece isto, porque o regime chinês é comunista, e os comunistas, como toda a gente sabe, não criam ditaduras. III. Coisa ainda mais curiosa: é na China que existe o tal "capitalismo selvagem" de que tanto fala o PCP. O capitalismo sem regras, levado à força por um estado totalitário e sem qualquer base de estado de direito: eis a China em 2010. Curiosamente, o PCP defende o regime do "capitalismo selvagem". IV. Nestas declarações sobre política internacional, o PCP torna explícito o seu desrespeito pela democracia. Mas, atenção, esse desrespeito também existe implicitamente dentro de casa. Dentro da nossa democracia, o PCP continua a pensar que a rua é mais importante do que a urna, continua a pensar que a democracia popular (a força demonstrada na rua) é mais importante do que democracia institucional (o peso real no parlamento). E isto criou um vício tremendo no nosso sistema político: Portugal dever ser o único país da UE onde é impossível a existência de um acordo de governação à esquerda. O PCP (e o BE) excluem-se do processo político, excluem-se do arco de governação, um facto que impede uma coligação de governo (PS/PCP, PS/BE) - a coisa mais normal em democracia. Por que razão isto acontece? Porque os nossos comunistas acham que o modelo de Cuba é que é bom. Um tema para outras conversas.

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

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publicado às 21:49

Este projecto iniciado em Outubro de 2008 com 44 alunos, terminou o último ano lectivo com 60 alunos, embora tivesse 90 alunos inscritos. A ASAL é um projecto que resulta de uma parceria entre a Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1.º de Dezembro, Paróquia de St.º Eustáquio, Clube Desportivo “Os Águias”, Agrupamento de Escolas José Relvas, AIDIA-Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça, ARPICA-Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça, Junta de Freguesia de Alpiarça, Câmara Municipal de Alpiarça e a colaboração dos Bombeiros Municipais de Alpiarça. Na abertura do ano lectivo foi referido pela Coordenadora Técnica, Enfermeira Margarida Carreira, “… a envolvência dos parceiros, assim como de outras entidades, bem como a disponibilidade dos professores, fazem com que este projecto tenha esta sustentabilidade.” O Presidente da Câmara, referiu-se à parceria da Câmara Municipal com a Academia Sénior de Alpiarça e desejou um Bom Ano Lectivo a todos os intervenientes no processo educativo. A Professora Maria Luísa Barreiros dirigiu-se aos presentes para referir a caminhada que todos o alunos da ASAL fazem, um dia de cada vez, onde cada um transmite a sua experiência de vida. Esta recepção da abertura do ano lectivo terminou com a projecção de vídeo sobre as actividades da ASAL.

«CMA»

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publicado às 21:48

Estiveram presentes, o Presidente da Câmara, Dr. Mário Fernando A. Pereira, e o Vereador Mário Peixinho.

 De entre outros, foram tratados os seguintes assuntos: Projecto de requalificação urbanística para a área entre o Jardim de Infância/Campo Polivalente e o Edifício da Escola Primária; Utilização das instalações da Escola Primária; Estradas e Caminhos; Lombas (redução de velocidade); O Presidente da Câmara começou por salientar a presença dos mais de 50 munícipes nesta reunião, numa manifestação inequívoca da participação popular fundamental em democracia, no sentido de discutir e procurar resolver os problemas da localidade, e; referiu ser intenção da Câmara Municipal continuar a reparar e a beneficiar as estradas e caminhos do Frade de Cima; informou estar para breve a concretização de 2 candidaturas já aprovadas, a que o Município se candidatou, para fazer face aos estragos das últimas intempéries que assolaram o concelho de Alpiarça, e que abrangem vários caminhos rurais: Rua Vale de Veados, Caminho Municipal Perpendicular à Estrada Municipal 1370-1, Caminho Municipal/Estrada Rural-A2, Caminho Municipal de ligação Rua dos Sobreiros/Rua Alfredo Lima e Caminho Municipal da Gouxa.

Apresentou o projecto de requalificação urbanística para a área entre o Jardim de Infância/Campo Polivalente e o Edifício da Escola Primária, que contempla ainda a construção de capela e morgue.

Na sequência de várias questões colocadas pelos presentes, com o encerramento da Escola do 1.º Ciclo, foi equacionada a utilização do edifício, eventualmente como Jardim de Infância ou como Centro de Convívio para Idosos.

 Referiu ainda que a autarquia vai continuar a ceder as instalações da Escola Primária para a celebração de culto religioso, e manifestou a disponibilidade por parte da Câmara Municipal de ser parceira num projecto de construção de uma capela no Frade de Cima

«CMA»

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publicado às 21:45


Os Socialistas e a confusão das portagens

por Noticias do Ribatejo, em 14.10.10

Por: Carina João

 

A  primeira das minhas postagens é sobre portagens. Está na ordem do dia. Portagens , scuts e afins. Porque é já esta sexta-feira que se prevê que sejam iniciadas as cobranças..

A geração cupon chegou ao governo…os talões, cupões e outras promoções. Num intrincado esquema de aplicação das portagens nas scut, ficamos a saber que há umas que são de borla, e depois ainda levamos mais umas com desconto…acredito que no meu dia de anos ainda serei uma feliz contemplada com uma oferta, vale de desconto, e quem sabe, a descontar em compras…e no sistema que montaram acredito que o manual de instruções seja distribuído nas gasolineiras conjuntamente com o famigerado chip, que não era obrigatório mas lá terá que ser…isto para o comum dos mortais não vai ser fácil de acumular e gerir..escolho grátis a viagem até ao hospital, ou vou primeiro ao trabalho e deixo a creche para os descontos?...muito boa gente vai fazer contas à vida. Cada português transformado num contabilista, em vários domínios foi a isto que o partido socialista nos tem vindo a habituar. E a constante ideia vendida a metro de que quem não percebe é porque é contra o governo. mas alguém racional percebe?
Sobre as portagens sejamos claros. Já se esperava que mais dia menos dia tivessem aquelas vias que ser pagas, e é aquilo que tem mesmo que tem de ser, porque o Estado (que somos todos nós) está a pagar rendas desses troços de estrada. É o que acontece quando se varre o lixo para debaixo do tapete, que foi o que foi feito durante anos. A gestão das expectativas das populações misturada com climas eleitorais e promessas arroladas em encobrimentos. Afinal as scuts não se pagavam a si próprias. Agora alguém bafeja que pagarão o próprio sistema rodoviário nacional. Dão para tudo..
Mas daí a serem pagas nesta barafunda vai um passo.
Porque é que uns pagam e outros não? é racional? não me parece.
Resolve-se assim um problema de coesão territorial? por isentar uns quantos? até não sei quando? não é racional.
Quem tiver a felicidade de morar, por exemplo na Maia, tem direito a 10 utilizações de borla na Concessão Norte Litoral e outras 10 na Concessão do grande Porto, ou seja 20 borlas…isto é racional? é coesão territorial? é o quê?
Que dizer das empresas de 1ª e das empresas de 2ª, cuja única diferenciação é a distancia em que se encontram? alguém acha isto sério e racional?
Faz-me lembrar aquelas discussões em que já entrei e que a certa altura, alguém reduz à questão da idade…discussão ganha!..aqui o ridículo é mesmo esse, achar que o argumento da distância é válido..
O enfoque das scut deveria ser dado à infra-estrutura, porque é disso que se trata. Tem que ser paga? muito bem, que seja por todos. Custa dinheiro, x por Km´, muito bem, assim seja feito e cobrado. Igual por todos. As coisas não estão fáceis e as populações foram enganadas estes anos todos e vai haver dificuldades de adaptação? Muito bem, faseadamente, o preço ao Km será aumentado, começa este ano por ser mais ou menos simbólico e progressivamente aumentará a valores que se vão aproximando dos praticados noutras AE (porque o custo real jamais será atingido). Mas igual para todos. Ppara quem está nos concelhos abrangidos pelos 10 Km´s, quem vem de fora, quem vai uma vez ou quem vai 20.
Porque se este critério tem alguma coisa de racional, então vamos lá começar a negociar descontos na A1 Lisboa – Porto, porque não em função da idade? tão bom como qualquer outro critério…
E já agora, que dizer da valorização imobiliária de quem foi feliz contemplado nos distanciamentos abençoados? morar onde não se paga é mais vantajoso do que onde se paga…deve ser coesão territorial. Alguém acha isto racional?
Se eu saísse de casa e a minha rua estivesse em perfeitas condições, da iluminação ao passeio. Se eu andasse por qualquer cantinho de estrada nacional deste país e as encontrasse em perfeitas condições, da sinalização ao pavimento, se eu tivesse um rede nacional perfeita, que me importava a mim pagar auto-estradas? Se as alternativas às auto-estradas não fossem estradas, mas fosse por exemplo um caminho de ferro? Uma linha de transporte publico? E se isto tudo funcionasse, alguém queria saber de ter que pagar scut´s? Eu não.
Discutir isto seria sério e racional, até lá fica a imagem deste ministério, o dia é santo na loja!
(*) Deputada do PSD na Assembleia da República e colaboradora deste jornal



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publicado às 18:26

Uma das primeiras investigadoras da cultura avieira em Portugal fala da importância da linguagem e do traje dos avieiros. Para Maria Micaela Soares, este «é um património que tem de ser preservado e dado a conhecer aos portugueses». «Olhe andávamos com òs ciganos, andávamos p’lo o Tejo como calhava. Umas vezes ‘tavamos adunde hóvesse assim mais algum pêxe é qu’ia. Nã é cum’ agora. Agora ‘tão num sitio certo e atão nesse tempo não». Este é apenas um excerto do testemunho de uma avieira concedido a Maria Micaela Soares, pioneira na investigação da cultura avieira em Portugal À conversa com o Café Portugal esta investigadora, homenageada no I Congresso da Cultura Avieira que decorreu no início deste mês em Santarém, fala da investigação que tem levado a cabo nos últimos 40 anos sobre a cultura avieira em múltiplos aspectos que lhes estão associados. «Meti o nariz em tudo, e a foice em várias searas, algumas das coisas eu não sabia muito bem manejar, como era o caso da História. Mas os acasos da vida e desta cultura trouxeram-me as coisas e eu não as perdi», começa por dizer Maria Micaela Soares, com os olhos já cheios de água. «A linguagem, o traje e a cultura dos avieiros têm de ser reconhecidos no país porque eles foram demasiadamente importantes para serem esquecidos e marginalizados», diz, convicta. Os avieiros são o resultado das migrações internas que surgiram nos finais do séc. XIX em Portugal, e podem dividir-se em dois grupos, como explica Maria Micaela: «os varinos, vindos da região de Ovar, Estarreja e Murtosa e os avieiros originários da Vieira de Leiria». São estes últimos o alvo preferencial desta investigadora que para além da cultura, explorou também a linguagem e o vestuários dos avieiros. Recorda, por isso, a pequena aldeia do Escaroupim, na margem esquerda do rio Tejo, próximo de Salvaterra de Magos (distrito de Santarém). «Eram os nómadas do rio, como lhes chamou Alves Redol», afirma Maria Micaela, para recordar que quando «estas gentes partiram da praia da Vieira, privados da sua actividade principal, vieram instalar-se nas margens do Tejo, tentando a safra do sável, que lhes dava uma ilusão de uma vida melhor». «Não está definida uma data para esta migração, a única certeza que temos é que em dada altura, os pescadores da Vieira de Leiria, começaram a emigrar para o Tejo, e que durante anos, muitas famílias viveram uma vida repartida entre o rio e o mar. Partiam para o Tejo de comboio, mas os primeiros vieram nos seus próprios barcos», refere. E acrescenta: «ficavam nos meses de Inverno a percorrer o Tejo e a suportar uma vida que era dura e difícil, vinham em Novembro, trazidos pela penúria. Anónimos e tímidos se achegavam às margens do Tejo. Na época de vaivém entre a praia e a lezíria, moravam nas pequenas embarcações de proa alta, quer durante a faina, quer acostado. O barco era o berço, a câmara nupcial, a oficina e a tumba». E recorda que a sua vinda para as terras de Borda-D'água, «não foi fácil porque quando os avieiros chegaram à Lezíria, encontraram já o rio sulcado de barcos, alguns maiores que os seus, e que eram conduzidas igualmente por pescadores que povoavam o Tejo, chamavam os da terra varinos». Com o passar dos tempos, lembra, o processo migratório cessa e acabam por se fixar nas margens no Rio Tejo. «O nomadismo acaba e sedentarizam-se. Com a fixação definitiva, surge a necessidade de encontrar um domicílio mais estável, resistente e confortável. Pouco a pouco conquistam as margens do rio Tejo e começam a erguer pequenas barracas totalmente construídas em caniço, dado que este crescia de forma espontânea pelos valados», frisa, sublinhando que dessa instalação nas margens do rio nasceu uma cultura, onde os hábitos, a linguagem, o dia-a-dia e o traje se tornaram «muito peculiares e com identidade própria». O traje da mulher avieira Uma das características dos avieiros era o seu traje, como nos diz Maria Micaela Soares. Esta investigadora, firme na voz, revela com esta frase a segurança de quem estudou e comparou as várias formas de vestir dos avieiros. «A mulher teve um papel muito importante na família avieira, para além de mãe e esposa, era também a “camarada” do pescador. Era ela quem remava e controlava o barco, enquanto o homem lançava as redes, ajudava também no conserto nas redes», conta, recordando que após a pescaria, «a mulher avieira fazia grandes caminhadas, de freguesia em freguesia, com a canastra à cabeça para vender o pescado, descalça sobre a geada ou debaixo do sol escaldante». Apesar da fixação na lezíria ribatejana, a mulher avieira conservou genuinamente o seu traje de origem. «Elas conservam puras muitas das suas tradições, com especial relevo para o vestir. Usam saia e blusa - a que a mais velha chama “casaco”, sendo aquela muito rodada ou em pregas miúdas. De tecido diferente, conforme a estação do ano, a saia tende sempre para o xadrez castanho-amarelado, embora se vejam também de cores muito garridas», explica. E adianta: «o “casaco” tem sempre manga comprida, é bastante colorido e muito enfeitado, com rendas ou bordados, mesmo nas menos jovens. Também não dispensa o avental, bastante rodado, estimando muito os de riscas largas, de quadradinhos miúdos ou de cor lisa, bordados. Usa-o no trabalho do rio, doméstico, agrícola ou nas festas». Na cabeça, «a avieira mais idosa não prescinde do lenço, posto com pontas ao alto, à rodada-cabeça, caído pelos ombros, atado atrás. Só dentro da casa e nos grandes calores estivais o retira e, mesmo assim, se alguém chega à porta, repõe-no imediatamente, que não parecia bem sem ele. Faz parte do decoro da sua apresentação. Quando de luto, nem em casa o afasta». Maria Micaela Soares está neste momento a desenvolver estudos sobre a linguagem dos avieiros, nomeadamente ao nível da fala popular. «Este é um dos maiores patrimónios de qualquer povo e não pode ser esquecido na cultura avieira», considera. Por fim, salienta a importância do reconhecimento da cultura avieira, como «parte integrante do património nacional», que «não deve ser esquecido e tem de ser dado a conhecer aos portugueses». Recorde-se que o projecto que pretende elevar a cultura avieira a património nacional nasceu há quatro anos numa iniciativa do Politécnico de Santarém e que envolve múltiplos parceiros. Este projecto integra ainda na candidatura a recuperação de várias aldeias avieiras que prevê a criação de mais de 450 postos de trabalho com o objectivo de criar um «novo destino turístico para o país». Já aprovado pelo PROVERE (Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos), envolve 41 instituições e 59 projectos de investimento e prevê ligar pelo Tejo desde a Marina do Parque das Nações até Constância.

 http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=2118

«cafenet»

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publicado às 16:17

Esta “lamentação” que continua a ser um “pedra no sapato” para Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, deve-se ao motivo da oposição socialista não reconhecer que as “duas grandes obras” lançadas pelo «antigo executivo (PS) não sejam devidamente tida em conta para com os socialistas» já que foi o executivo da CDU que teve de tomar medidas e apresentar projectos para a conclusão das obras “herdadas”. Recorde-se que as obras não reconhecidas, pela oposição, como um enorme esforço para com a CDU são a «recuperação da Casa Museu dos Patudos, no valor de 2, 5 milhões de euros e o centro escolar no valor de 1,1 milhões de euros».

Em conformidade com notícias da “Lusa” reconhece o autarca que conseguiu o “desanuviamento do ambiente politico» o que já é uma vitória para Mário Pereira.

Já para os socialistas esta «lamentação» deve ser considerada despropositada porquanto a «oposição não pretende de forma alguma estagnar o desenvolvimento de Alpiarça» e até está disposta a colaborar com o executivo da CDU desde que este «seja bem claro, bem explicito» como já foi tornado público o que não isenta ser necessário para a oposição a apresentação de «projectos credíveis que contribuam para melhoramentos em Alpiarça».

 Como «dificilmente poderá haver acordo por parte dos vereadores da oposição, faz com que Mário Pereira tenha que continuar com a “pedra no sapato”. Mas mesmo com este “desentendimento” entre o executivo da CDU e oposição, algumas conservações ou alterações vamos podendo ver no concelho mas os projectos de maior envergadura estão longe de se tornarem em realidade.

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publicado às 14:27

 A vereadora socialista Regina Ferreira em declarações à “Lusa” acusa o «actual executivo de “algum marasmo”» porque limita-se a dar continuidade aos projectos recebidos dos anteriores mandatos do PS. Mas reconhece que a situação da autarquia se deve ao «investimento muito elevado em obras nos últimos 12 anos» ou seja as que foram feitas e de iniciativa do executivo socialista.

Acusa ainda Regina Ferreira a falta de esforço por parte do executivo da CDU em «captar investimentos» ou de conseguir aproveitar o «potencial do concelho» dando como exemplo a «falta de visibilidade da Casa Museu dos Patudos» de Alpiarça

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publicado às 16:34


A falta de segurança no Frade de Cima

por Noticias do Ribatejo, em 11.10.10

Há já muito tempo que Jornal Alpiarcense tem vindo a lançar sucessivos alertas para a situação insustentável que chegou o lugar do Frade de Cima. O grande número de população aqui residente, a proximidade com as Fazendas de Almeirim, a existência da Adega Cooperativa e o grande movimento que a principal artéria que atravessa este lugar, a Rua Dr. Castelão de Almeida, contribui para que alguns assaltos e outras anormalidades aconteçam com facilidade em virtude da falta de segurança e presença das autoridades policiais que pouco vigiam este enorme aglomerado lugar que está num franco desenvolvimento. Para que diminua a falta de segurança é preciso um maior e constante policiamento onde a Câmara de Alpiarça pode ter um papel importante, porque só esta tem capacidade para intervir e denunciar a falta de policiamento, designadamente, junto do ministro da Administração Interna, para que tome as medidas que se impõe para que a paz pública e a segurança volte ao Frade de Cima.

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publicado às 09:58

No início de uma nova sessão legislativa, não queria deixar de lhe dar conta do meu balanço como Deputado eleito pelo círculo eleitoral de Santarém.

A recuperação do deputado do CDS pelo círculo eleitoral de Santarém foi um momento único de afirmação do CDS em Santarém e um momento em que, com enorme gosto, assumi um compromisso de proximidade com as preocupações reais das pessoas, famílias e empresas do Distrito. Tenho tentado estar à altura desse importante desafio e, nessa tarefa, tenho podido contar com o enorme empenho e entusiasmo das estruturas, dirigentes concelhios e distritais, assim como de muitos e muitos militantes que de forma directa e empenhada tiveram a oportunidade de transmitir informações e apresentar sugestões.

Entendo que é nesse diálogo constante que o exercício do mandato parlamentar faz sentido. E é com esse compromisso que conseguiremos justificar plenamente a existência de um deputado do CDS no círculo eleitoral de Santarém.

Julgo ser este o momento adequado para renovar a exigência e o compromisso assumido com todo o Distrito, militantes e não militantes. Por isso mesmo, coloco-me novamente à vossa disposição, pedindo que me transmitam todas as informações que entendam relevantes para tomada de posição do nosso Partido, do vosso deputado e, sobretudo, todas as informações que, na vossa opinião, devam merecer a nossa atenção. É, sobretudo, para isso que cá estou e queria que vissem isso com a maior naturalidade.

No fim deste primeiro ano parlamentar, não posso deixar de vos dar conta da minha ficha pessoal de actividade parlamentar, na qual poderão ver, em concreto, aquilo que o vosso deputado andou a fazer na Assembleia da República. Julgo que a prestação de contas deve ser permanente e deve ser sindicável. Fui eleito com os votos do Distrito de Santarém e com a ajuda e empenho dos militantes do CDS. Esta prestação de contas é um dever do qual não posso nem devo prescindir.

Neste sentido, queria que soubessem que no ano passado, com a ajuda de muitos militantes e numa lógica de trabalho conjunto do Grupo Parlamentar, fui o 17.º deputado (em 230 deputados) na apresentação de iniciativas legislativas e fiquei nos 30 deputados com mais intervenções em plenário (elementos constantes no Parlamento Transparente em www.publico.pt). Assegurei igualmente a representação do CDS na Comissão Eventual de acompanhamento do fenómeno da Corrupção, onde o CDS conseguiu aprovar algumas das suas ideias (com especial destaque para o crime urbanístico, o estatuto do arrependido e o reforço das regras das obrigações declarativas dos políticos) e participei como deputado efectivo nos trabalhos da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e na Comissão de Negócios Estrangeiros. Fiz perguntas e requerimentos sobre temas respeitantes ao Distrito, tão diferentes como segurança, agricultura, falências, emprego, tribunais, acessibilidades ou mesmo ambiente.

Procurei igualmente que o Deputado do CDS fosse presença regular no círculo eleitoral e uma presença constante nos órgãos de comunicação social regional.

É evidente que se pode sempre fazer mais e melhor. O desafio presente e de futuro não pode deixar de ser esse. Para o conseguir, a vossa ajuda é absolutamente essencial.

Conto com a vossa ajuda. Contam com o meu empenho. Espero que contem com o Vosso Deputado.

Tem sido um enorme privilégio.

Filipe Lobo d'Avila/Margarida Netto

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publicado às 21:18

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