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A Deputada Municipal, Inês Pimenta d'Aguiar, não gosta de comentários que critiquem a sua actividade politica

 Da Deputada Municipal (PCP) Inês Pimenta d’Aguiar (foto)  recebemos o seguinte correio que publicamos na integra:
“Sr. António Centeio,
 Escrevo-lhe este e-mail uma vez que é o administrador do Blogue "Jornal Alpiarcense".
 Nessa qualidade tem responsabilidades por tudo o que lá é publicado, seja ou não escrito por si.
 Apesar de ocupar um lugar na assembleia municipal de Alpiarça, e portanto, poder ser alvo de opiniões relativas às posições que assumo publicamente enquanto eleita, nada dá o direito de me ofender. O senhor enquanto administrador passa a ser o responsável por todas aquelas publicações.
 Nenhum dos comentários fala sobre o meu trabalho enquanto autarca. Todos eles são injuriosos, ofensivos e não passam de ataques pessoais vis e baixos. Acresce o facto de dar destaque a uma notícia sem qualquer fundamento, completamente falsa e inventada sobre problemas numa assembleia de voto da qual supostamente eu teria sido posta na rua. Não tendo acontecido, publicar uma falsidade é grave, muito grave.
 Como tal, solicito que retire imediatamente todas as notícias e ofensas que me são dirigidas.
 Inês Pimenta d'Aguiar”
NR: Claro que o administrador do “Jornal Alpiarcense” (António Centeio) tem responsabilidade por tudo que aqui é publicado.
Tanto que é responsável que está aqui a dar a cara e até dar satisfações daquilo que aqui se publica.
Não fugimos das nossas responsabilidades e muito menos nos escondemos ao abrigo de anonimato como muitos outros o fazem.
Já não é a primeira vez que a estimada deputada Inês d’Aguiar tenta interferir na gestão deste jornal.
 Umas vezes EXIGINDO-NOS que fossem retiradas certas frases (de textos que lhe diziam respeito) e outra PROIBINDO que publicássemos neste jornal referências à sua pessoa como se a deputada seja a “dona” deste blogue ou como tenhamos que lhe fazer as vontades ou os seus “caprichos” - até uma fotografia nos mandou retirar.
Por uma questão de cortesia, fizemos-lhe a vontade.
Mas tudo tem um limite.
Não há quem aguente esta pressão.
Trabalhamos no Jornal Alpiarcense sob uma enorme pressão e há  dias que não  temos  sossego nenhum.
 Se agradamos a uns desagradamos a outros e agradar a “gregos e troianos” é algo muito difícil.
 Quase todos os dias somos pressionados. Se não é o presidente da Câmara a dar-nos um “ralhete” ou ameaçar-nos com “tribunais” é o chefe de gabinete que manda os seus “palpites” ou até ralha connosco porque não quer ler certas coisas; se não são os dois é a concelhia que nos manda “notas” a dizer “cobras e lagartos” e pedir-nos satisfações.
Para nos pressionar mais, ainda aqueles que andam por ai a mando de alguém, que quando nos encontram dão-nos na cabeça.
Agora até os deputados nos querem “impor” aquilo que devemos ou não publicar como se neste jornal mandassem.
Outras vezes é gente do PSD que se lamenta daquilo que deles aqui é publicado como se este jornal fosse algum confessionário quando nós percebemos perfeitamente que o que querem com os “choradinhos” é pressionarem-nos a não publicarmos certas "coisas" a pedir-nos a proibição de alguns textos.
“Porra!”
Não há paciência que aguente esta gente.
 Valha-nos Joana Serrano (presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça) e Mário Santiago (presidente da Assembleia Municipal) que não nos incomodam e muito menos nos pressionam.
Antes pelo contrário
O administrador deste jornal não está à disposição da deputada e de quem quer que seja. Permite e responsabiliza-se por tudo que aqui é publicado.
A deputada municipal deve ter alguma dificuldade em compreender e aceitar que exercendo o cargo de deputada na Assembleia Municipal está sujeita a ser criticada (para o bem ou para o mal) pelos leitores e pelos opositores porque faz parte do cargo que exerce como ainda demonstra ter alguma dificuldade em “conviver” com a opinião de quem tem ideias contrárias às suas. É esta a nossa opinião e entendimento. Se estivermos enganados, modestamente pedimos as nossas desculpas
A deputada tem que aceitar que nem todos estão de acordo com as suas posições que toma nas sessões da Assembleia Municipal.
Quer queira quer não, está sujeita a ser criticada porquanto é uma “figura pública” e as suas discussões na Assembleia Municipal (algumas vezes não são nada lisonjeiras, assim como alguns dos seus camaradas de bancada onde chamar “caloteiros” a outros eleitos é coisa comum nas bancadas que representam a democracia local) estão sujeitas aos mais diversas opiniões dos leitores que vêem no jornal a única forma de a criticar (não confundir com dizer mal).
Como democrata quer deve ser a cara deputada deve aceitar as críticas dos outros onde  curiosamente é a “esquerda” (PCP) que mais reclama da opinião de quem a crítica quando em termos de democracia devia ser exemplar
Não pode nem deve Inês d’Aguiar interferir e dar ordens como se aqui neste jornal não possa ser permitido os leitores e comentadores exprimirem as suas ideias.
Por razões profissionais ontem não pudemos atender as muitas chamadas que recebemos no nosso telemóvel.
Quando o pudemos fazer verificamos que tínhamos 3 chamadas da cara deputada. Não lhe respondemos porque na altura também não nos foi possível. Mas deduzimos logo que a Inês d’Aguiar mais uma vez queria interferir na linha editorial deste jornal para nos “EXIGIR” que retirássemos alguma notícia ou comentários e porque não nos “dar nas orelhas”.
Não nos enganámos!
Quando abrimos a “caixa de Correio” tínhamos a “missiva que acima se publica. Mais uma vez quase nos exige que retiremos todos os “comentários porque são injuriosos, ofensivos e não passam de ataques vis e baixos”.
Não estamos de acordo com a deputada Inês d’Aguiar porque nenhum é injurioso ou ofensivo mas sim criticáveis quanto ao seu desempenho nas sessões da Assembleia não passando os mesmos da opinião de vários leitores (a não ser que a Inês também pretenda impedir a publicação dos comentários dos nossos leitores).
 Como tal, desta vez como futuramente, não fazemos a vontade à deputada do PCP, Inês d’Aguiar pela simples razão de que não há qualquer injúria ou ofensa nos mesmos. São apenas opiniões de quem acompanha e assiste à actividade política da deputada que respeitemos e publicamos.
Quanto ao ter sido “expulsa de uma assembleia” a ser mentira, como afirma a deputada, fica feito o desmentido e que o autor da afirmação prove o contrário.
Resta-nos pedir à deputada se por acaso encontrar neste jornal algum comentário injurioso ou ofensivo para com a sua pessoa que nos envie os mesmos os nos diga onde estão publicados que serão de imediato retirados como lhe pediremos desculpas publicamente de tais conteúdos.
Até este “comprovativo” não ser recebido na redacção deste jornal ou nos ser informado onde consta as “injúrias ou ofensas” tudo se manterá publicado como está, pela simples razão de que: reconhece que os mesmos são apenas criticas e não injúrias ou ofensas.
Aconselhamos a Inês d’Aguiar a conviver com a liberdade de expressão e a respeitar a opinião dos outros mesmo que não lhe agrade e deixe de interferir na gestão deste jornal como nos exigir o quer que seja porque o administrador do Jornal Alpiarcense sabe até onde pode chegar e permitir aquilo que pode ser permitido para fins de publicação.
Já agora: não nos peça e muito menos nos exija que seja retirada a fotografia que nesta coluna está inserida porque não o faremos.
Passe bem cara Deputada Inês Pimenta d’Aguiar, pessoa por quem temos bastante estima
O Administrador
António Centeio
Foto: CMA

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publicado às 07:33



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