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O caso da Joana, é diferente!

por Noticias do Ribatejo, em 21.07.11

O caso da Joana, é diferente!

Nem oito, nem oitenta! A Presidente da Junta não passou a ser uma VIP política, nem a CDU é tão má como querem dar a entender.
Até ontem, a Srª Presidente da Junta era criticada por não apresentar trabalho relevante e ninguém lhe reconhecia grande capacidade para o desempenho da função.
Comparada com os P.J. anteriores ninguém lhe reconhecia especiais méritos ou capacidade de gestão.
Outros, criticavam por estar a tempo inteiro sem necessidade e sem justificação, por passear no "carro do povo", etc...
Bastou a "rapariga" dar uma entrevista em que criticava publicamente os seus camaradas do partido, e passou de "besta a bestial".
As hienas (oposição), a quem não se lhes reconhece qualquer actividade útil ou capacidade para inverter a situação política alpiarcense tentam aproveitar-se das escaramuças do PCP/CDU.
Parecem abutres ou hienas no ataque à carniça.
A juntar a isto, ainda há quem entenda que se transmitem genes politicos... ou que ser opositor a um regime deposto há quase 40 anos é sinónimo de bom gestor ou bom político.
Eu que não pertenço a qualquer partido, tenho autonomia para criticar qualquer um deles.
Por não me rever minimamente no funcionamento interno de qualquer um, mantenho a minha liberdade de opinar, criticar, protestar quando colidem com a minha condição de contribuinte e cidadão anónimo.
Optei pela independência.
Mas, e há sempre um mas... não me aproveito das estruturas partidárias para ser eleito, ter um salário, ter uma viatura de serviço, ou qualquer outra benesse.
Tendo sido eleito por um partido, e sendo militante, devo-lhe obediência, respeito e tenho do defender mesmo que tenha opinião contrária.
Pertencer a um partido, ou a uma empresa é pertencer a um colectivo.
As discordâncias, as críticas, devem ficar no seu seio.
Ao longo da minha vida profissional, em muitas coisas discordei da política da minha empresa.
Essas situações discutia-as internamente e sempre que me pediam opinião.
Na minha relação como trabalhador e representante da empresa, sempre defendi a sua imagem para o exterior de acordo com o que me era pedido e exigido.
Em resumo, fazer parte dum colectivo não pode ser apenas quando nos dá jeito.
Se discordamos totalmente temos três opções:
1- Conseguimos fazer valer INTERNAMENTE os nossos pontos de vista e a empresa ou a estrutura do partido muda.
2- Saímos, mudamos de empresa/partido e integramos uma estrutura que seja consentânea com as nossas aspirações.
3- Não aceitamos nenhuma das opções anteriores e estando dependentes duma estrutura, remetemo-nos ao silêncio.
Concluo dizendo que o Mário Santiago foi eleito como independente.
Pode manter a sua independência política, embora tendo sido eleito nas listas da CDU.
Não concorda com a acumulação do Osório e do Brasileiro, não tem de se calar.
Não deve obediência politica ao partido, a não ser que haja um pacto secreto de "não crítica".
O caso da Joana, é diferente!
Não foi eleita como independente, e por isso deve escolher uma das três opções que indiquei.
Enquanto for militante do PCP/CDU deve defendê-lo, deve-lhe obrigações, deve-lhe solidariedade política.
A imagem que tem de transmitir, ainda que não concorde é a posição oficial desse partido.
Tem outras opções... escolha UMA!

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publicado às 23:07



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