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Manuel Colhe de regresso à Câmara de Alpiarça

por Noticias do Ribatejo, em 05.10.13

Manuel Colhe (segundo a contar da esquerda na foto), funcionário da autarquia alpiarcense e ex – candidato a vice-presidente da Câmara Municipal de Alpiarça pelo Partido Socialista/‘Mais Alpiarça’ nas últimas eleições autárquicas levadas a efeito no passado dia 29 de Setembro vai-se apresentar ao serviço dentro de três semanas na Câmara de Alpiarça após ter estado durante quatro anos a exercer a profissão na Câmara do Cartaxo.



Manuel Colhe após a tomada de posse do executivo da CDU, quando das eleições de 2009, foi requisitado pela Câmara do Cartaxo.

 Uma ‘requisição de serviço’ que termina agora com a tomada de posse dos novos eleitos para a Câmara cartaxense que dispensam os serviços deste alpiarcense.

Temos assim de volta Manuel Colhe para exercer o cargo de ‘encarregado’ na Câmara  de Alpiarça desconhecendo-se qual a  área lhe vai ser atribuída.

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publicado às 21:02


Fará falta as Finanças em Alpiarça?

por Noticias do Ribatejo, em 05.10.13

Sinceramente questiono-me se as Finanças de Alpiarça farão assim tanta falta, tal é a incompetência que por ali grassa desde que saíram os funcionários mais antigos e com mais tarimba, não precisamos de falar em nomes.

Infelizmente a repartição de Finanças de Alpiarça não está ali para servir ninguém e pouco ou nada explicam ou ensinam.
Por exemplo em relação ao IMI alguém ensina que a maioria da nossa população idosa tem isenção de IMI, quando as reformas/pensões são abaixo de um certo valor conjugado com o valor de avaliação dos prédios que possuem? Não!
Há episódios recambolescos que em Alpiarça, não só nas Finanças como na Conservatória não se tratam e depois tem de se ir a Almeirim ou a Salvaterra de Magos. Estranho é como estão todos sob as mesmas leis e os Notários/Conservadores e os Chefes de Finanças/Funcionários têm poderes discricionários.
http://jornalalpiarcense.blogspot.pt/

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publicado às 20:51


ONDE ESTIVERAM OS INDEPENDENTES E FRANCISCO CUNHA/TPA?

por Noticias do Ribatejo, em 05.10.13

Onde estiveram os novos eleitos que nem na homenagem ao '5 de Outubro' estiveram presentes?

 ONDE ESTIVERAM OS INDEPENDENTES  E FRANCISCO CUNHA/TPA?

Estão a começar muito mal e…de que maneira
Que nem na homenagem ao '5 de Outubro' estiveram presentes, por onde andaram nesta manhã do 5 de Outubro de 2013?

Foram para aqui?

-Um grupo de cerca de 20 membros do Movimento que se Lixe a Troika está concentrado junto à Praça do Município, em Lisboa, perto do local onde decorrem as comemorações oficiais do 05 de Outubro.

"Vestidos" com cartazes em que se podem ler mensagens como "pensões e salários dignos ou miséria permanente", "saúde pública ou flagelo" ou "educação para todos ou só para alguns", os manifestantes já entoaram duas vezes a canção "Grândola Vila Morena".

Não acredito!
http://jornalalpiarcense.blogspot.pt/

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publicado às 20:49


Programa Eleitoral da CDU apresentado em 2009

por Noticias do Ribatejo, em 05.03.13

Para que não restem dúvidas, publicamos o Programa Eleitoral da CDU na íntegra (enviado por uma leitor)


 Introdução


1. DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E EMPREGO

O desenvolvimento económico e social de um concelho como o nosso estará sempre em estreita relação com um conjunto variado de factores que o condicionam. As políticas da Administração Central, dos sucessivos Governos desde há trinta anos, têm criado profundos desequilíbrios e assimetrias regionais no território português, saldando-se ainda por medidas continuadas de ataque ao aparelho produtivo nacional.Neste contexto, as autarquias têm vindo a assumir cada vez mais a dinamização das economias locais, criando infra-estruturas e seguindo políticas de apoio, indo muitas vezes para além do que lhes compete directamente, substituindo-se até às obrigações do Estado.

Também em Alpiarça estamos conscientes deste papel de fomento dos diversos sectores económico – agricultura, comércio, indústria, turismo –, numa lógica decomplementaridade entre si, diversificando investimentos que promovam odesenvolvimento equilibrado, que fixem população através da criação de emprego. Aintervenção da autarquia a este nível deverá ter em conta as potencialidades locais e a sua integração nos planos de desenvolvimento da região.

Entendemos o sector agrícola como essencial para o desenvolvimento, mantendo enormes potencialidades para dinamizar a vida económico e social. O concelho de Alpiarça está inserido numa das regiões mais importantes do País quanto à riqueza dos solos e capacidades produtivas. Resistindo às políticas governamentais que têm conduzido à sua progressiva eliminação, os nossos agricultores continuam a produzir em grande quantidade e qualidade, mas com grandes dificuldades ao nível da comercialização.

Manter-nos-emos ao seu lado nesta luta desigual, apostando na actividade agrícola como vertente indispensável para o desenvolvimento do nosso concelho, da região e do país.

As últimas duas décadas mostram-nos um esforço contínuo no sentido de diversificar aactividade económica, traçando outros rumos de desenvolvimento de sectores que possam responder às transformações económicas e sociais ocorridas. A aposta no sector industrial foi (e continuará a ser) um caminho necessário, seguido por autarcas conscientes da importância de criar emprego e de produzir riqueza no concelho. As políticas municipais poderão ajudar à dinamização do pequeno comércio, através da capacidade de atrair mais visitantes, diversificando a oferta turística e promovendo as nossas produções tradicionais. Deveremos potenciar uma forte interacção entre a componente ambiental e os equipamentos desportivos e culturais que temos. Será fundamental a capacidade de aproveitar algumas das importantes vantagens da centralidade geográfica de Alpiarça, a proximidade com a região de Lisboa, ao novo aeroporto, as acessibilidades existentes, as características culturais e ambientais, para captar novos residentes e visitantes.

Partindo desta realidade, apresentamos ideias e compromissos que passam pelo apoio àagricultura e ao comércio tradicional, pela alteração da classificação da Zona Industrial, de forma a permitir ampliar as actividades nela desenvolvidas e pela valorização dos recursos ambientais e turísticos. Eis os nossos compromissos nestas áreas.

Agricultura

- Apoiar a organização dos agricultores e o Associativismo, colaborando em parceria na promoção dos nossos produtos nos mercados, na certificação, bem como na definição de estratégias conjuntas que contribuam para o seu escoamento e comercialização a preços justos e rentáveis.

- Recolocar os certames/feiras municipais ao serviço de uma efectiva promoção dos produtos agrícolas de Alpiarça e da região (Melão, Vinho, Doçaria, Gastronomia...).

- Realizar anualmente um Festival do Melão, em parceria com os produtores e o movimento associativo, em que, para além da venda e das provas de melão, de melancia e de meloa, se promoverá igualmente a gastronomia e a doçaria da nossa terra.

- Aproveitar as geminações existentes com cidades estrangeiras para a promoção ecomercialização do melão de Alpiarça e de outros produtos tradicionais.

- Requalificar o Parque do Carril dotando o Mercado de Frutas de melhores condições de

funcionamento.

- Continuar o investimento público municipal na melhoria de infra-estruturas de apoio ao trabalho agrícola (caminhos, electrificação, etc.) nos campos do concelho.

- Incentivar a agricultura biológica como factor de diversificação na produção agrícola concelhia e regional, promovendo um mercado regular de produtos biológicos.

Comércio

- Promover a divulgação e comercialização dos produtos nos nossos mercados e feiras.

- Remodelar o Mercado Municipal mantendo as actividades actualmente existentes, com a criação de novos espaços interiores constituídos por pequenos estabelecimentos geminados. Este espaço será dinamizado com exposições e eventos culturais regulares.

- Estimular a criação de um Centro Empresarial para utilização comum por parte de micro e pequenas empresas.

- Criar bolsas de estacionamento de média dimensão em espaços interiores da malha urbana, à superfície, que contribuirão para o desenvolvimento da actividade comercial.

Apoiar os comerciantes locais ao nível da informação e candidatura a medidas de apoio à

modernização de estabelecimentos de comércio tradicional e de campanhas de sensibilização para o consumo local.

Indústria

- Promover uma política de investimento na Zona Industrial que resulte no incentivo à instalação no concelho de outras empresas industriais ligadas à agro-indústria e de comercialização que contribuam para a criação de emprego local e para o escoamento dos nossos produtos agrícolas.

- Desenvolver uma política fiscal municipal atractiva aos níveis da Derrama, IMI, IMT e outras taxas municipais.

- Rever o Regulamento da Zona Industrial de forma a permitir a instalação de novas indústrias ou de empresas de comércio grossista.

- Construir uma nova ETAR na Zona Industrial, contribuindo para a erradicação de eventuais focos de poluição de linhas de água (em especial da Vala de Alpiarça), preservando o equilíbrio ambiental.

- Concluir o arranjo ambiental da Zona Industrial, dotando-a de uma arborização conveniente e redutora de impactes negativos sobre a qualidade de vida.

Turismo

A oferta turística no concelho reparte-se entre pontos de interesse histórico, arqueológico, ambiental, equipamentos culturais e desportivos. Há ainda um conjunto de serviços que permitem usufruir dos recursos naturais que o concelho tem para oferecer. Uma aposta determinante no Turismo, continuando um rumo traçado há mais de duas décadas, apresenta enormes potencialidades para o incremento da economia local edesenvolvimento de actividades económicas na vertente turística e de lazer.

Essa aposta centrar-se-á naturalmente na valorização da Casa dos Patudos, mas deverátraduzir-se ainda num conjunto de intervenções ambientais e urbanísticas, que,complementadas com a devida promoção no exterior, melhorará a atractividade do nosso concelho.

- Desenvolver um Pólo de Eco-turismo com a edificação de alojamento adequado aos princípios de enquadramento ambiental (chalés em madeira), que colmate a falta de alojamento para os turistas e visitantes, promovendo simultaneamente a consciência ambiental, em estreita ligação ao Paul da Gouxa, à Reserva do Cavalo do Sorraia, ao Parque de Campismo, à Barragem, ao Complexo Desportivo, à Casa dos Patudos, às Estações Arqueológicas, aos percursos pedestres, à Aldeia do Patacão e à Vala de Alpiarça.

- Requalificar e recuperar a dinâmica do Parque de Campismo municipal e da Reserva Natural.

- Construir um Observatório Astronómico municipal com variantes de utilização ao nível da

comunidade estudantil, assim como disponibilizar uma infra-estrutura de apoio à comunidade, num âmbito da promoção ou colaboração em projectos de investigação científica. Apoio da autarquia ao nível dos processos de aprendizagem, através de cursos de astronomia.

- Desenvolver parcerias que visem a recuperação do projecto de construção de um Centro de Estágio para atletas, complementado com uma vertente hoteleira.

- Organizar circuitos turísticos subordinados a temáticas relacionadas com o património histórico, cultural e ambiental.

- Recuperar a Aldeia do Patacão e a respectiva praia fluvial.

Feiras de Alpiarça

É importante voltar a centrar as Feiras – a Alpiagra e a Feira do Vinho – na sua vertente agrícola e comercial, devolver-lhes a que é a sua função principal e que esteve na origem da sua criação. As Feiras, às quais se juntará o Festival do Melão, serão espaços privilegiados de mostra e promoção dos produtos agrícolas locais. É necessário continuar a aposta na sua projecção no plano regional e nacional.

2. CULTURA, DESPORTO, JUVENTUDE E TEMPOS LIVRES

Cultura

Assumiremos uma política cultural que dinamize a criação e fruição culturais em diversasáreas, e para todos. Partimos hoje do quase exclusivo investimento autárquico na Casa dos Patudos; investimento esse que deve manter-se; no entanto, o nosso compromisso é para com o alargamento significativo do apoio à diversificação das expressões culturais e à promoção do património existente; uma acção da autarquia que assuma novas vertentes de intervenção, pela criação de novos pólos museológicos, ligados à Arqueologia, à Etnografia, ao Vinho, ao património da Cultura Avieira e à História Contemporânea, numa perspectiva que integre e valorize a memória do trabalho e da luta deste povo. Seguiremos uma política que continue a investir na rede concelhia de equipamentos culturais, que reforce a cooperação com o movimento associativo e com as escolas de forma a promover a educação, a leitura e criação artística: a música, o teatro, o folclore, a dança, as artes plásticas e o artesanato local.

Em termos de conservação do património, procuraremos encontrar um equilíbrio saudável entre o respeito pelo passado da terra e a necessidade de progresso, em contacto com os parceiros locais, no sentido de procurar conservar e divulgar o nosso património.

- Promover, valorizar e divulgar a Casa dos Patudos a nível local, regional e nacional, reforçando o seu corpo técnico especializado, o trabalho desenvolvido no Arquivo Histórico, o serviço educativo e a relação com as escolas, aproximando o Museu dos vários tipos de públicos alvo.

- Reabrir e dinamizar o Museu Municipal, criando diferentes núcleos museológicos que retratem e promovam a história local e a ocupação do território, a etnografia, os costumes e o trabalho popular: Núcleo Arqueológico; Núcleo Etnográfico; Núcleo da Vinha e do Vinho; Núcleo Avieiro (Patacão); Núcleo de História Contemporânea.

- Desenvolver e publicitar a Carta Arqueológica de Alpiarça, instrumento de trabalho indispensável à gestão do Património do concelho e a sua correcta valorização.

- Constituir o Arquivo Histórico e Fotográfico Municipal, com documentos de origem municipal, pública e privada de interesse histórico, promovendo a investigação e o conhecimento da história local.

- Dinamizar a Biblioteca Municipal, dotando-a dos equipamentos necessários, valorizando o trabalho e a iniciativa dos meios humanos a ela afectos.

- Colaborar com os Ranchos de Folclore, no sentido de constituir as monografias dos grupos e a sua valorização como agentes culturais com possibilidades de intervenção ao nível da investigação etnográfica e apoiar as suas realizações.

- Apoiar os artesãos e criadores de expressão plástica do concelho, como forma de valorização do seu trabalho artístico, representando o município em eventos regionais e nacionais.

- Criar as condições para a recuperação do edifício do antigo Cinema e colocá-lo ao serviço do desenvolvimento cultural como espaço multiusos.

- Colaborar na recuperação e preservação do edifício da Igreja Paroquial, na valorização do espaço envolvente e promovendo a inventariação de Arte Sacra.

Desporto

Com a CDU será levada à prática uma aposta no desenvolvimento desportivo, semprenuma óptica de poder proporcionar desporto para todos, dos mais jovens aos mais idosos,

dos mais aptos para a prática competitiva aos que retirem da prática da actividade física o benefício para o bem-estar. Seguiremos uma política de estreita ligação ao Movimento Associativo, às Escolas e agentes culturais. Os últimos anos mostram uma evidente insuficiência dos apoios e o afastamento da Câmara relativamente às dificuldades dos clubes, colectividades e associações. É necessária a execução de uma política que retome um caminho de colaboração incondicional por parte da autarquia, que respeite a autonomia

e a iniciativa próprias de cada instituição, tendo em vista um objectivo comum, que deve ser sempre subordinado à melhoria dos níveis de satisfação da população.

- Criar um conselho consultivo de cultura e desporto que agregue os representantes domovimento associativo e as autarquias, com o objectivo de articular as diferentes actividades a realizar ao longo do ano.

- Construir novos balneários de apoio ao Estádio Municipal e proceder ao arranjo arquitectónico do espaço envolvente.

- Envolver as populações e as associações e colectividades dos vários lugares do concelho na realização de actividades lúdicas, de âmbito cultural e desportivo, numa lógica de ligação e de fortalecimento do sentimento de pertença a uma mesma comunidade.

- Elaborar um Plano de Desenvolvimento Desportivo para o concelho, como forma de estabelecer as estratégias e objectivos para o desenvolvimento do desporto.

- Criar um Regulamento de Apoio ao Associativismo e definir critérios que estabeleçamclaramente as regras de apoio financeiro e material e as prioridades de intervenção.

- Apoiar a actividade desportiva em todos os níveis etários, destacando os escalões de formação,

através do estabelecimento de parcerias entre as autarquias, as escolas, as associações de

reformados e pensionistas e o movimento associativo.

- Apetrechar as escolas com equipamento desportivo para as suas actividades, colaborando com a comunidade escolar no desenvolvimento de programas de animação cultural e desportiva, do Desporto Escolar, de actividades de enriquecimento curricular e de ocupação de tempos livres.

- Proceder à cobertura e climatização da Piscina exterior, de modo a permitir a sua utilização durante todo o ano.

 Juventude

A temática da Juventude tem de ser tratada com os jovens e associada ao meio que osenvolve, porque eles são os sujeitos principais de todo o sistema social e do progresso,quer das sociedades actuais, como também das sociedades futuras. Desta forma, cabe ao município auscultar, de uma forma sistematizada e constante, a dinâmica da juventude, idealizando projectos que vão de encontro à diversidade e heterogeneidade de gostos e apetências que caracterizam as diferentes vivências juvenis. Fomentar o debate e a participação, é o nosso objectivo fundamental, de forma a incutir aos jovensresponsabilidades que os encaminhem para a autonomia e o compromisso entre eles e asociedade em geral, a partir das suas expectativas, soluções e interesses.

- Criar o Conselho Municipal da Juventude.

- Dinamizar a Semana da Juventude assente num conjunto de actividades em áreas variadas como a música, o teatro, a literatura e o desporto.

- Atribuir Bolsas de Estudo municipais de apoio a crianças e jovens estudantes.

- Criar um plano de incentivo à fixação de jovens no concelho.

3. AMBIENTE E URBANISMO

Apostaremos numa política de valorização ambiental do nosso concelho como condiçãoessencial para um futuro sustentável e melhor. Partimos da existência de problemasambientais graves, como sejam a intolerável poluição da Vala de Alpiarça, a dispersão de lixos domésticos por zonas florestais do concelho e o mau funcionamento da ETAR.

Esta aposta passará pela sensibilização das novas gerações e dos agentes económicospara o problema. Mas passará sobretudo pela intervenção directa da autarquia nafiscalização dos eventuais focos de poluição e, se for necessário, pelo investimento emnovas infra-estruturas de tratamento e saneamento que evitem a degradação ambiental, e que permitam colocar as condições ambientais do concelho como factores deatractibilidade.

Ambiente

- Recuperar e qualificar, em termos ambientais, o Paul da Gouxa, a Vala de Alpiarça, a praia fluvial e aldeia do Patacão, integrando as suas excepcionais condições num percurso turístico do concelho.

- Resolver, com o município de Almeirim, os problemas de mau funcionamento da ETAR Intermunicipal.

- Requalificar o Jardim Municipal e criar novos espaços arborizados e jardins públicos no Casalinho, Frade de Baixo e Frade de Cima.

- Apoiar programas de formação e educação ambiental que proporcionem aos munícipes, informação e sensibilização para as necessidades da conservação da natureza e a melhoria da qualidade do ambiente.

- Implementar uma estratégia de desenvolvimento do concelho, assente na consciência das exigências de sustentabilidade e de solidariedade inter-geracional, numa gestão racional e integrada dos recursos naturais, com vista a assegurar a sua disponibilidade a longo prazo.

Urbanismo

Apostaremos numa política determinada e consistente de reabilitação urbana.

Partimos de um modelo de crescimento esgotado, baseado na construção de prédios,modelo que contribuiu para a descaracterização da estrutura urbanística do concelho, que tem como consequências visíveis a existência de dezenas de apartamentos por vender e a falência das empresas ligadas ao sector.

A política de reabilitação urbana que defendemos passará pelo investimento e incentivo à recuperação das muitas casas de habitação degradadas e abandonadas no centro dosnúcleos urbanos consolidados na Vila e nos lugares. Será uma forma de atrair os jovens e de dinamizar a actividade das micro e pequenas empresas ligadas ao sector da construção civil, criando emprego, apoiando a economia local. Insere-se numa visão de continuidade do nosso espaço urbano e da memória colectiva.

- Promover a criação de um Gabinete Técnico de planeamento para a recuperação de casas e reabilitação urbana, constituído por uma equipa multidisciplinar, exclusivamente orientada para a preparação e acompanhamento do processo de reabilitação urbana e ambiental.

- Construir um espaço público municipal na zona do Carvalhal, com jardim e espaços verdes, dotado de mobiliário urbano de suporte a actividades de lazer e de um edifício de apoio aos serviços autárquicos.

- Criar condições para a abertura de novos arruamentos no interior dos espaços urbanos

consolidados na sede de concelho, Casalinho, Frade de Baixo e Frade de Cima, numa lógica de concentração e aproveitamento de infra-estruturas existentes.

- Valorizar e dignificar a antiga Praça de Jornas (Largo Vasco da Gama), valorizando o trajecto de ligação à Vala de Alpiarça até ao Pego do Carril.

- Construir um parque de lazer no Casalinho, com árvores e espaços verdes, parque infantil, iluminação e balneários de apoio ao mini-campo.

- Encetar contactos com o município de Almeirim no sentido d efectuar a pavimentação da

Estrade de Vale Peixe que liga a E N 118 ao Frade de Cima.

4. EDUCAÇÃO

A educação está na base de um desenvolvimento sustentado e integrado das sociedades e contribui de forma preponderante para a melhoria das condições de vida da população.

Consideramos que uma escola inclusiva e integradora contribui para uma melhorsociedade e, por isso, defendemos uma escola pública, gratuita e de qualidade para todos.

Iremos assumir uma política de educação que qualifique e valorize as nossas crianças ejovens, que as prepare para o mundo. Esta será uma das prioridades da nossa intervenção.

O actual quadro de degradação no relacionamento entre a autarquia e a escola deverá ser profundamente alterado e substituído por uma aposta determinada na educação, entendida na sua importância decisiva na dinamização local e no desenvolvimento, na formação cívica e democrática.

Iremos investir na renovação de equipamentos e das estruturas físicas das escolas ejardins-de-infância, apostando no apoio e em parcerias em projectos abertos à comunidade e que promovam a formação integral, o sucesso escolar e contribuam para esbater desigualdades.

- Estabelecer uma relação de cooperação com o Agrupamento de escolas, incentivandodinâmicas que promovam o desenvolvimento das crianças e jovens, de utilização plena das infraestruturas

municipais e escolares, dando cumprimento à Carta Educativa.

- Equipar as escolas com os meios informáticos necessários, colocando Quadros Interactivos em todas as salas de aula.

- Dinamizar as actividades de tempos livres e de enriquecimento curricular, de forma a possibilitar uma ocupação formativa, rica e diversificada às crianças e jovens, em colaboração com os pais e restante comunidade.

- Desenvolver com a comunidade escolar e outras entidades programas de sensibilização nas áreas da saúde, cultura, desporto, património e ambiente.

- Apoiar a prática desportiva através de um programa de actividades como os Jogos Desportivos escolares, o Desporto Escolar, assim como o apetrechamento das escolas com material desportivo e apoio em termos de transportes.

- Efectivar a construção do novo Centro Escolar.

- Preservar o património escolar e efectuar as necessárias obras de manutenção e melhoramento.

- Incentivar o gosto pelo conhecimento da história local, dos usos, costumes e tradições, promovendo a ligação intergeracional pela participação activa dos mais idosos, em colaboração com o Lar e Centros de Dia.

- Compatibilizar os horários de abertura e fecho das escolas, bem como o dos transportes

escolares, com os horários das famílias.

5. SAÚDE E ACÇÃO SOCIAL

Participaremos activamente com os parceiros da rede social concelhia promovendo umaintervenção eficaz no apoio aos mais desfavorecidos e no combate à pobreza. Aintervenção junto das crianças e dos reformados e idosos passará pelo reforço dacolaboração com a Fundação José Relvas e com a ARPICA – Cantinho do Idoso, noapoio à sua acção assistencial, na efectivação de novas valências e estruturas físicas deapoio. Será de grande importância o desenvolvimento de políticas dirigidas aos idososque, a par das acções orientadas para a animação sociocultural, a ocupação de temposlivres, o apoio e prestação de serviços de interesse colectivo, contribuam para o seuesclarecimento e mobilização em defesa dos seus direitos a melhores reformas e acuidados de saúde.

A acção nesta área passa também pela reivindicação, junto do Poder Central, dasmedidas que assegurem o direito à saúde, no quadro da defesa do Serviço Nacional deSaúde, eliminem os graves problemas de acesso a cuidados de saúde e concorram parao desenvolvimento de programas de educação para a saúde.

Saúde

- Manter o diálogo permanente com os serviços de saúde da administração central na procura de soluções para a necessária recuperação das instalações e para os graves problemas de falta de médicos de família, enfermeiros e técnicos no Centro de Saúde de Alpiarça.

- Defender a reactivação das Extensões de Saúde de proximidade do Frade de Baixo e Frade de Cima.

- Apoiar a dinamização das actividades de apoio domiciliário.

- Garantir uma resposta rápida dos Bombeiros Municipais de Alpiarça nas situações de urgência e de socorro.

Acção Social

- Reforçar a acção do Gabinete de Apoio Social na ligação aos problemas sociais existentes no concelho, proporcionando uma resposta adequada no apoio às famílias.

- Apoiar a Fundação José Relvas e a ARPICA – Cantinho do Idoso no trabalho assistencial à infância, aos idosos e a cidadão portadores de deficiência, com a especial relevância em

eventuais projectos de construção de novos espaços de creches, lares ou centros de dia.

- Realizar regularmente viagens para crianças, jovens e idosos.

- Criar taxas diferenciadoras de acesso aos equipamentos e serviços prestados pela autarquia, combatendo as desigualdades e assumindo a uma responsabilidade social.

- Promover a efectivação do direito a habitação condigna aos munícipes através da promoção de habitação a custos controlados, privilegiando a opção pela recuperação de casas degradadas e/ou devolutas.

- Assegurar o acesso a transporte gratuito para reformados e cidadãos portadores de deficiência com rendimentos baixos.

- Promover medidas de integração social, de acolhimento de novas comunidades imigrantes e de fomento multi e intercultural.

 6. ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL

A prática da gestão democrática que defendemos será o garante em Alpiarça de um serviço municipal eficaz e eficiente, orientado para a satisfação das necessidades dos munícipes e de todos os seus utentes, numa lógica de defesa do interesse público.

A concretização deste nosso programa eleitoral depende fundamentalmente da capacidade de, através da participação de todos, garantir a criação de consensos no sentido da crescente humanização dos serviços, da maior proximidade ao munícipe e pela valorização do papel dos trabalhadores nos processos de gestão municipal. Procuraremos também, com as propostas que aqui fazemos, que as questões relacionadas com a prevenção, protecção e segurança colectiva dos alpiarcenses sejam devidamente acauteladas, contribuindo, neste âmbito, para uma efectiva melhoria da qualidade de vida.

- Estabelecer uma relação construtiva e participada com os trabalhadores da autarquia, prestando a devida atenção às suas condições de trabalho e problemas específicos, à necessidade de valorização profissional.

- Envolver os munícipes nas várias fases do processo de decisão, na definição das opções de gestão e no debate sobre os principais instrumentos do planeamento da autarquia.

- Favorecer a mobilidade dos munícipes no interior do concelho através da criação de uma rede municipal de transportes urbanos que ligue diversos pontos da sede do concelho ao Casalinho, Frade de Baixo, Frade de Cima e Gouxaria.

- Descentralizar competências próprias do Município para a Freguesia.

- Modernizar o sistema administrativo e melhorar o atendimento aos munícipes, descentralizando a sua acção ao Casalinho, Frade de Baixo e Frade de Cima.

- Informar regularmente sobre a actividade da autarquia através do Boletim Municipal, da Agenda Cultural e da página na Internet favorecendo o envolvimento, o debate e a avaliação da gestão autárquica.

- Melhorar o funcionamento do Conselho Municipal de Protecção Civil.

- Proporcionar as condições humanas e materiais para que os Bombeiros Municipais de Alpiarça continuem a prestar um serviço de qualidade à população, apoiando a formação dos efectivos e valorizando as estruturas operacionais.

- Continuar a reivindicar, junto da Administração Central, a construção do Quartel da GNR, bem como solicitar o necessário reforço de efectivos, contribuindo assim para solucionar problemas actualmente existentes no que respeita à segurança da população.

- Assumir posição favorável à criação de novas Freguesias, contribuindo com o apoio às eventuais reivindicações das populações directamente interessadas, sobretudo do Frade de Baixo e Frade de Cima.

- Promover e Incentivar a participação e contribuição permanente dos trabalhadores da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia na gestão autárquica, através do contributo com sugestões para melhorias, aproveitando-se assim a mais-valia da experiência e do conhecimento do concelho.

- Reduzir os circuitos e desburocratizar os procedimentos administrativos, através de sistemas informáticos e da desconcentração de competências pelos diversos níveis de dirigentes, implementando uma gestão administrativa moderna e eficiente.

- Criar uma rede de Pontos Wi-Fi que permita o acesso gratuito da população à Internet sem fios.

- Promover o combate ao desperdício energético, utilizando luminárias de maior eficiência e economia, criando bases para a sua sustentabilidade económica assim como a construção de um concelho mais responsável para com o ambiente.

- Eliminar as actuais limitações à intervenção do público nas reuniões de órgãos autárquicos, facilitando o uso da palavra por parte dos cidadãos, e descentralizando a realização das sessões. As deliberações com interesse para a população serão devidamente publicitadas.

. Garantir práticas regulares de prestação de contas, bem como criar grupos de trabalho nas várias áreas da gestão autárquica com a participação dos munícipes.

- Defender o carácter público da intervenção e prestação de serviços, recusando lógicas de privatização que prejudicam os munícipes, nomeadamente nas áreas da gestão da água, saneamento e espaços verdes.

CDU – Coligação Democrática Unitária

Coordenadora CDU de Alpiarça

Setembro de 2009

NR: Os nossos agradecimentos ao leitor que nos enviou o Programa Eleitoral da CDU/2009)

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publicado às 11:13

Para o cidadão que diz que o número de leitores do Jornal Alpiarcense "não conta para o totobola", isto é, não irá ter expressão na votação das próximas eleições autárquicas, queremos dizer-lhe e sem qualquer sombra de dúvida, que foi com a contribuição deste jornal e de um outro blogue local "R&E" (encerrado depois pelo seu administrador, por razões que ele saberá) que o PS local teve o resultado que todos conhecemos em Outubro de 2009. Naturalmente que os meios de informação não fazem tudo. Mas, contribuem de maneira decisiva para o resultado final. É um erro, hoje em dia pensar o contrário e menosprezar estes novos meios de comunicação de massas. E daqui a uns meses, teremos oportunidade de confirmar isso mesmo. Aliás, alguns pretendentes aos lugares autárquicos já se aperceberam desse facto, nesta quadra natalícia e estiveram presentes. É uma boa altura para os futuros candidatos reflectirem seriamente no assunto, antes que seja tarde. Como observou um comentarista deste jornal, basta lembrar o incómodo causado nas hostes do Reino, do presente e passado, por algumas opiniões emitidas na imprensa local, que foram objecto de discussão e votação em reunião de câmara e, mais tarde, os comunicados à população e ameaças com processos judiciais etc. Quanto a estes "avisos" tornados públicos pelo Executivo da Câmara Municipal de Alpiarça, gostaríamos de convidar os colaboradores do JA com conhecimento na matéria, a pronunciarem-se sobre o assunto, já que o jogo político vai começar, prometendo mesmo discussões acaloradas. Recorde-se que os comunicados emitidos pela autarquia faziam algumas acusações que visavam este jornal como instigador da xenofobia (como se cada um não tivesse o livre direito de emitir o seu ponto de vista relativamente aos sorvedouros dos dinheiros públicos) que estaria alguém a fazer crer que os aumentos do IMI eram da responsabilidade da câmara e a câmara não tinha nada a ver com isso..."a câmara até está a zelar pelos interesses dos munícipes"... etc. etc. Isto é, a câmara estava ali apenas para receber o produto do saque que teria sido perpetrado por "malfeitores" referenciados do fisco e, quando quem fez o saque exigiu 5% da "pilhagem", eis que surgem os defensores do condado e administradores da massa falida que gritam: "Não! Achamos que isso é uma injustiça! O produto do saque deve ser canalizado nas mesmas proporções dos anos anteriores para o município. Quais 5% qual carapuça! A menos que tivessem em mente, à boa maneira de Zé do Telhado, distribuir o produto do "gamanço" pelos pobres do concelho. O que não faria muito sentido uma vez que seria dar a alguém aquilo que se lhe tirou. É que há que deixar aqui bem claro que a classe dos ricos do concelho de Alpiarça praticamente já não existe. Os lavradores abastados, construtores civis seareiros de muitos hectares etc.pertencem ao passado. O que existe são muitos edificíos degradados pelo peso dos anos e cujos herdeiros não sabem onde ir buscar o dinheiro para pagar o IMI. Os seus ordenados ou reformas já não dão só para pagar o valor do imposto das novas avaliações, segundo dizem. Uma vez que não há compradores para os imóveis, só resta entregar os mesmos às finanças ou à câmara municipal. É de notar que as câmaras municipais não se insurgiram contra a forma desumana das avaliações do património imobiliário no seu concelho. As câmaras apenas se insurgiram contra o facto de lhes retirarem 5%do produto das "pilhagens". Esta é que é a verdade! Embora, mais tarde, algumas câmaras tenham metido a mão na consciência e, de certo modo, empurradas por outras forças sistémicas locais, tenham vindo com paninhos quentes, baixar o IMI e tentar ganhar alguns pontos para a corrida às eleições que se avizinham.

Por: Francisco Mariano 

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publicado às 18:11

Achamos que o jornalista do Mirante que esteve na última assembleia municipal poderia dedicar um número desse jornal apenas dedicado ao folhetim que se passou nessa assembleia sobre a Aldeia Palafítica do Patacão e sobre o Museu Nacional da Cultura Avieira, e que teve como personagens centrais o dr. João Serrano e o presidente da câmara, dr. Mário Pereira. 


É que das duas uma: ou o dr. João Serrano está completamente doido(!) ou o presidente da câmara de alpiarça é um valente mentiroso.

O dr. João Serrano disse em plena assembleia e há dezenas de testemunhas que ouviram que tem um financiamento do QREN a 85% do INA Alentejo para recuperar a Aldeia do Patacão e que a câmara de Alpiarça apenas teria de gastar cerca de 50.000 euros. Disse ainda que tinha aprovado um projecto do QREN no valor de um milhão de euros para transformar a antiga adega que dá para a rua João Maria da Costa e que está no páteo da câmara municipal, para transformar o velho edifício em Museu Nacional da Cultura Avieira, onde seriam expostos barcos, utensílios de pesca e trajes dos pescadores do Patacão.
Confrontado com esta situação por deputados municipais o presidente da câmara disse que o município de Alpiarça só se poderia candidatar a um projecto por ano do QREN e que para o ano de 2013 o projecto candidato era o arranjo dos exteriores dos paços do concelho e que não se poderia em 2013 candidatar a outros projectos. Desafiou mesmo os deputados a irem com ele ao INA Alentejo para aferir da veracidade das suas palavras. Certo é que nesta altura o dr. João Serrano já não se encontrava na sala para responder aos deputados sobre os seus supostos projectos para a cultura avieira.
Uma coisa é certa, não há muito tempo, lemos uma entrevista do dr. João Serrano em que ele afirmava que seria muito difícil recuperar a Aldeia do Patacão porque os terrenos onde se encontravam as "casas dos pescadores" eram do domínio privado. Dava a entender que a câmara de Alpiarça ou outra entidade teria de tomar posse administrativa dos terrenos para se poder recuperar a Aldeia. Agora passados meses já fala em milhões não só para recuperar o Patacão, como também para recuperar uma antiga adega para museu. Afinal em que ficamos? 
Achamos que o sr. presidente da câmara devia esclarecer devidamente este imbróglio através do boletim municipal ou ao menos em artigo a publicar no Mirante.
Por: L.I.

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publicado às 12:31

 Se José Relvas soubesse o que se ia passar a partir de 1974 teria decerto feito outro testamento. Nomeadamente talvez tivesse evitado a ocupação das suas propriedades por elementos do Partido Comunista de Alpiarça que se limitaram a explorar até poder as propriedades em causa em benefício próprio, tendo inclusivamente passado a pagar à Instituição José Relvas, em Alpiarça, cerca de um décimo daquilo que o anterior arrendatário, um malvado e explorador agrário. Mas uma acção não legitima a outra, e o que é certo é que as condicionantes que se criaram a partir de 1974 alteraram o espírito do testamento. Disputa-se o poder entre grupos de interesses e não pessoas que individualmente queiram prosseguir a sua obra. Suponho que o espírito do testamento foi feito precisamente no sentido contrário. Daí a exigência de serem 40 contribuintes e não 5 ou 6. Mas são meras suposições. Dificilmente viremos a saber o que efectivamente pretendia.

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publicado às 09:56

Não faço demagogia porque não sou politica.

 E se comento é porque amo a minha terra, Alpiarça, e estou preocupada com a vossa gestão que nada está a contribuir para o desenvolvimento da minha terra.
Eu até concordo que se tivessem feitas as obras que como sabe foram negociadas entre a Vanda Nunes (PS) e o Estado. 

Vocês limitaram-se a executar o contrato que já estava assinado. Qualquer um teria feito isso, vocês nem são os pedreiros e pintores. Esses já estavam contratados, como já sabe pela empresa que ganhou o concurso.
Em relação ao salão de chá também nunca percebi a maluqueira da antiga Presidente de Câmara de Alpiarça e vocês fizeram bem em não avançar com essa obra. 
Mas agora agarrarem no dinheiro que se poupou e que era para o Salão de chá e irem arrancar a calçada à portuguesa é que não tem nenhuma lógica.
Para isso façam o salão de chá na mesma e em vez de chá, podem aproveitar o espaço para outras coisas como por exemplo para a sede da Associação Casa Museu dos Patudos ou para uma loja do Museu como deve ser. 
Ou para um pequeno espaço de exposição de arte. 
Ou para uma pocilga até. 
Porque tudo isso é melhor do que DESTRUIR PATRIMÓNIO HISTÓRICO (calçada à antiga portuguesa) e ainda por cima PAGAR POR ESSA DESTRUIÇÃO 
E comecem a andar pelas ruas de Alpiarça a falar com as pessoas e a perceberem o desânimo de toda a gente com a vossa brincadeira aos politicos que é isso que eu lhe chamo. Nenhum de vocês está habilitado para gerir as vossas casas ou empresas quanto mais uma Câmara Municipal.
Hoje ainda penso para mim própria como fui votar em vocês. Devia ter acordado bêbeda nesse dia, só pode ter sido. 

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publicado às 13:04

Ontem o meu filho perguntou-me para que serve a geminação com Champigny, e aproveito para partilhar a minha conversa com ele para que se perceba a verdadeira dimensão da geminação . . . 



Filho: Pai, para que servem as geminações?

Pai: Filho, é muito importantes nós termos contactos com outras terras, não só porque gostamos de fazer amigos mas também porque gostamos de apreender coisas novas. 

Ao que ele me perguntou: 

Filho: mas não temos amigos suficientes em Alpiarça e também professores que nos ensinam tudo o que precisamos?

Pai: Filho, ninguém nunca pode afirmar que sabe tudo e há sempre pessoas com ideias novas e até novas formas de trabalhar

Um pouco perdido ainda com esta explicação, pergunta-me novamente: 

Filho: E será que eles deixam os meus amigos irem trabalhar nas empresas Francesas para aprender coisas novas? 

E será que essas empresas compram o nosso melão e o nosso vinho?

Pai: Bom filho, antes de abrirem as portas às suas casas e às suas empresas têm de gostar de nós primeiro. Têm de perceber que somos corretos, honestos, trabalhadores, só depois podemos pensar em pedir para os teus amigos irem trabalhar para as empresas deles ou até mesmo comprar os nossos produtos.

- Da mesma forma que tu na escola, antes de conseguires um beijo da menina mais bonita da tua sala, tens de ser simpático com ela, levar-lhe flores, escreveres uns quantos bilhetes e dizeres que gostas dela…. ou arriscaste a levar um estalo!

Filho: Óh pai, lá estás tu outra vez . . .mas isso até eu sei, ou pensas que eu sou palerma? 

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publicado às 13:16

O Movimento Alpiarça é a Razão/PS acusa o presidente da Câmara de ser o causador do marasmo que existiu na Comissão de Geminação para o acusar  de “incompetente” porque a Comissão “encerrou” não por ter ido para “balanço” porque afinal o balanço “foi feito” mas sim porque os eleitos do PS cumpriram a sua missão só que nunca tiveram o retorno



Se mais não foi feito foi porque não houve “retorno por parte do presidente” lamenta a movimento para dizer ainda  que os “amigos de Champigny” ficarão  a “chuchar” no dedo porquanto ainda hoje estão à espera de “um convite para a Alpiagra”


A isto chama-se: "marasmo e incompetência” afirma o movimento civico.

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publicado às 12:27


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